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Boleira deixa quadra aos prantos após ser acertada por saque de 206 km/h

O saque do canadense Milos Raonic é um dos mais potentes do circuito. Nesta terça-feira, fez uma vítima e não foi nenhum de seus adversários. Uma boleira foi acertada pelo golpe de 206 km/h e saiu de quadra chorando por causa das dores, durante jogo pela primeira rodada de Wimbledon. A jovem levou a pancada […]

Arquivo Publicado em 25/06/2013, às 20h27

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O saque do canadense Milos Raonic é um dos mais potentes do circuito. Nesta terça-feira, fez uma vítima e não foi nenhum de seus adversários. Uma boleira foi acertada pelo golpe de 206 km/h e saiu de quadra chorando por causa das dores, durante jogo pela primeira rodada de Wimbledon.


A jovem levou a pancada no braço direito, que ficou bem vermelho, e precisou da ajuda de uma juíza de linha para deixar o local. Ela não conteve as lágrimas e ficou em prantos.


Na partida, o Raonic venceu o argentino Carlos Berlocq por 3 sets a 0, parciais de (6/4, 6/3 e 6/3) e teve como uma de sua principais armas o serviço. O canadense conseguiu 19 aces na partida, contra apenas quatro do adversário.


O saque que acertou a jovem tinha 128 milhas por hora, o que equivalente a 206 km/h. De acordo com as estatísticas oficias do jogo, o serviço mais potente da partida foi do próprio jogador que acertou um tiro 135 MPH, mais de 217 km/h.


Musa vive fase negra


O dia não foi triste apenas para a jovem boleira. A tenista Arantxa Rus não se machucou, mas também terminou o dia de forma melancólica. A bela holandesa vive ‘fase negra’ na carreira e igualou um recorde negativo de derrotas.


Ao ser derrotada pela russa Olga Puchkova por 2 sets a 0 (6/4, 6/2) ela acumulou a 17ª derrota seguida na WTA, igualando a pior marca de uma mulher. A norte-americana Sandy Collins teve o mesmo desempenho entre 1984 e 1987.


A última vitória de Russ foi em 19 de agosto quando venceu Romina Oprandi por 2 sets a 0 (7-5, 6-4) no torneio de Grapevine, no Texas. Dois dias depois, ela foi derrotada por Jelena Jankovic e começou seu inferno astral.


“Este ano não tem sido bom para mim. Eu perdi muitos jogos. É difícil, mas eu tento continuar trabalhando pesado. É a única coisa que eu posso fazer”, disse, com ar desacreditado olhando as unhas pintadas de laranja com alusão à Holanda.


Ela foi perguntada como a crise na carreira afeta a sua vida. “Nada, eu ainda sou a mesma pessoa. Você tem vida fora do tênis”, disse.

Jornal Midiamax