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Alemão SPD condiciona coalizão a cidadania e reforma trabalhista

Os sociais-democratas alemães (SPD) não vão aceitar a “grande coalizão” com os conservadores, da chanceler Angela Merkel, sem acordo sobre questões importantes incluindo reformas do mercado de trabalho e expansão da cidadania dupla, disse o líder do partido, Sigmar Gabriel. O SPD recebeu o aval de seus membros há duas semanas para dar início às […]

Arquivo Publicado em 02/11/2013, às 20h06

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Os sociais-democratas alemães (SPD) não vão aceitar a “grande coalizão” com os conservadores, da chanceler Angela Merkel, sem acordo sobre questões importantes incluindo reformas do mercado de trabalho e expansão da cidadania dupla, disse o líder do partido, Sigmar Gabriel.


O SPD recebeu o aval de seus membros há duas semanas para dar início às negociações de coalizão após prometer não ceder em 10 demandas “não negociáveis”, incluindo também investimentos em infraestrutura e pagamento igualitário.


O bloco conservador, composto pelos democratas cristãos (CDU) e seus aliados da Bavária, a União Social Cristã (CSU), emergiu como a força mais poderosa nas eleições de setembro mas não conseguiu cadeiras suficientes para governar sozinho.


Em declarações à unidade de Berlim do partido SPD neste sábado, Gabriel deixou claro que ainda podem rejeitar a “grande coalizão”.


“Se tivermos bons motivos, podemos dizer não e aceitar novas eleições”, disse ele em discurso.


“Se, por exemplo, eles recusarem a cidadania dupla e a re-regulação do mercado de trabalho, são bons motivos para dizermos: não, não o faremos”, emendou.

Jornal Midiamax