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Acusados de matarem advogado em MS por R$ 40 mil vão ao Tribunal do Júri

Três dos sete acusados pela morte do advogado Nivaldo Nogueira de Souza, 48, morto com dois tiros, sendo um na cabeça, na lanchonete “Cantinho Meu”, no Centro de Costa Rica no início da noite do dia 23 de março de 2009, vão a Júri Popular na manhã desta terça-feira (26). Todos os sete envolvidos receberiam […]

Arquivo Publicado em 25/03/2013, às 21h51

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Três dos sete acusados pela morte do advogado Nivaldo Nogueira de Souza, 48, morto com dois tiros, sendo um na cabeça, na lanchonete “Cantinho Meu”, no Centro de Costa Rica no início da noite do dia 23 de março de 2009, vão a Júri Popular na manhã desta terça-feira (26).

Todos os sete envolvidos receberiam R$ 40 mil de Oswaldo José de Almeida Júnior, mais conhecido como “Dinho”, 54 anos, apontado como mandante, que será julgado em maio.

David Rosendo da Silva, 30, Michel Leandro dos Reis, 35, e Francisco Pereira Feitoza, 30, serão julgados pelo Tribunal do Júri, a partir das 8h desta terça-feira (26), no Fórum de Campo Grande.

Oswaldo, segundo a acusação do Ministério Público Estadual (MPE), mandou matar o advogado por vingança, pois a vítima estaria perturbando sua vida, inclusive processualmente, o que configuraria o motivo torpe.

“Dinho” já está preso condenado a seis anos de reclusão por ter encomendado uma tentativa de homicídio contra sua ex-mulher, a dentista, Josana Subtil de Melo.

No dia do crime, David Rosendo da Silva, 30, levou Michel Leandro dos Reis, 35, na garupa de uma moto até o local.

O outro participante, Francisco Pereira Feitoza, 30, teria passado de carro e avisado que o advogado estava no bar.

Após passar algumas vezes em frente a lanchonete, David subiu com a moto na calçada em frente ao estabelecimento, momento em que Michel Leandro desceu e atirou duas vezes contra Nivaldo.

Após fugirem, Michel entrou no carro de Francisco e fugiram, a duas quadras do local do crime.

Segundo a acusação Edoildo Ramos e Jair Roberto Cardoso são intermediários na contratação dos executores.

Já Wilia Inácio Rodrigues, de acordo com o MPE, teve participação moral e material pois apresentou Michel como pistoleiro.

Em abril deve acontecer o júri de Edoildo Ramos e Jair Roberto Cardoso.

Jornal Midiamax