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Petróleo fecha em queda em Nova York, a US$ 85,56 o barril

Os preços dos contratos futuros de petróleo recuaram nesta segunda-feira em Nova York, em um mercado preocupado com o anúncio da renúncia do primeiro-ministro italiano, Mario Monti, no início de 2013, em um contexto de persistentes preocupações sobre o futuro da economia mundial. O barril de “light sweet crude” (WTI), com entrega para janeiro caiu […]

Arquivo Publicado em 11/12/2012, às 01h55

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Os preços dos contratos futuros de petróleo recuaram nesta segunda-feira em Nova York, em um mercado preocupado com o anúncio da renúncia do primeiro-ministro italiano, Mario Monti, no início de 2013, em um contexto de persistentes preocupações sobre o futuro da economia mundial. O barril de “light sweet crude” (WTI), com entrega para janeiro caiu 37 centavos de dólar, para 85,56 dólares no New York Mercantile Exchange (Nymex). Já em Londres, o barril de Brent do Mar do Norte com entrega para janeiro fechou a 107,33 dólares no Intercontinental Exchange (ICE), uma alta de 31 centavos de dólar com relação ao fechamento de sexta-feira.

“O mercado está temeroso ante o anúncio da demissão de Monti e da possibilidade de candidatura de Silvio Berlusconi”, disse Bart Melek, da TD Securities. Segundo o analista, os investidores temem que um retorno ao poder deste último apague os progressos alcançados pela Itália nestes últimos meses. “Esta incerteza, afetou o ânimo dos operadores”, disse John Kilduff, da Again Capital. Os operadores também estão atentos às “perspectivas macroeconômicas”, que continuam incertas, com o debate para reduzir o déficit nos Estados Unidos como tema de fundo e a espera da reunião de política monetária do Banco Central norte-americano, afirmou Timothy Evans, de Citi.

O analista disse ainda que a prudência também foi alimentada pela proximidade das eleições legislativas do domingo no Japão e pela perspectiva de eleições antecipadas na Itália, disse o operador. No início da sessão, os negócios foram impulsionados por “dados melhores que o esperado vindos da China”, que provocaram um aumento do otimismo com relação à demanda no país, disse David Bouckhout, da TD Securities. A produção industrial da China subiu em novembro, um indício de que a segunda economia mundial registra uma aceleração.

Jornal Midiamax