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Paz e tolerância religiosa dominam conversa entre representantes do papa e do Brasil

A preocupação com a paz mundial, a crise no Oriente Médio, principalmente na Síria, que dura 19 meses e matou mais de 33 mil pessoas, e o respeito à tolerância religiosa dominaram hoje (17) as reuniões do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, no Vaticano. A última visita do papa Bento XVI ao Brasil foi […]

Arquivo Publicado em 17/10/2012, às 11h47

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A preocupação com a paz mundial, a crise no Oriente Médio, principalmente na Síria, que dura 19 meses e matou mais de 33 mil pessoas, e o respeito à tolerância religiosa dominaram hoje (17) as reuniões do ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, no Vaticano.


A última visita do papa Bento XVI ao Brasil foi em 2007. Ele voltará ao país, de 23 a 28 de julho de 2013, para a Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro. Patriota reuniu-se com o secretário da Cúria Romana para as Relações com os Estados, monsenhor Dominique Mamberti, e o prefeito da Congregação para Instituições de Vida Consagrada, dom João Braz de Avis.


A ideia é reunir jovens católicos do mundo inteiro no Rio. Desde 1984, ocorre o Encontro Internacional da Juventude, lançado pelo papa João Paulo II (já morto) em celebração ao Ano Santo da Redenção.


Na ocasião, o papa entregou aos jovens a cruz que se tornaria um dos principais símbolos da Jornada Mundial da Juventude, denominada Cruz da Jornada. Na conversa, Mamberti relatou a recente viagem do papa Bento XVI ao Oriente Médio.


Patriota, no fim de semana, esteve em Israel e na Palestina. Mamberti disse que o esforço da Igreja Católica é para apoiar os cristãos na região. Patriota reiterou que, no Brasil, o empenho é em favor da tolerância religiosa e contra o extremismo.


Em seus discursos, a presidenta Dilma Rousseff costuma lembrar a convivência pacífica e tranquila entre os fiéis de vários credos no Brasil. Também condena o que chama de islamofobia e os ataques às representações diplomáticas norte-americanas e países aliados no exterior devido ao filme anti-islã, produzido nos Estados Unidos.

Jornal Midiamax