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Goleiro do CRB leva frango na prorrogação, mas vira herói ao pegar pênalti e garantir título

Vaiado pela própria torcida após levar um gol por baixo das pernas, o goleiro Cristiano do CRB tornou-se herói poucos minutos depois ao defender um pênalti batido pelo atacante Lúcio Maranhão e garantir o título da primeira fase do Campeonato Alagoano para sua equipe.  Em um jogo dramático, disputado no estádio Rei Pelé, em Maceió, […]

Arquivo Publicado em 04/03/2012, às 23h01

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Vaiado pela própria torcida após levar um gol por baixo das pernas, o goleiro Cristiano do CRB tornou-se herói poucos minutos depois ao defender um pênalti batido pelo atacante Lúcio Maranhão e garantir o título da primeira fase do Campeonato Alagoano para sua equipe.


 Em um jogo dramático, disputado no estádio Rei Pelé, em Maceió, no tempo regulamentar os times empataram em 1 a 1 e na prorrogação cada time voltou a marcar um gol. Nos pênaltis, no entanto, o CRB levou a melhor: 4 a 2.


Aos 3 minutos da prorrogação, o ASA  saiu na frente. Audálio aproveitou uma sobra após cobrança de escanteio e tocou entre as pernas do goleiro Cristiano, que falhou feio. O empate do CRB saiu no segundo tempo da prorrogação, também aos 3 minutos. O meia Geovani acertou uma cobrança de falta no ângulo superior direito do goleiro. Tutti ainda tocou na bola, mas não conseguiu evitar o gol.


O ASA já havia saído na frente com Lúcio Maranhão, aos 31 minutos do primeiro tempo, em uma jogada que começou com um vacilo do meia Ewerton Maradona. O jogador do ASA aproveitou um lançamento na medida e tocou rasteiro na saída do goleiro Cristiano.


O CRB chegou ao empate no fim da segunda etapa, aos 38 minutos. O meia Geovani recebeu de Aloísio Chulapa e tocou de primeira para fazer um golaço.


No primeiro jogo da decisão, ASA  e CRB, donos das melhores campanhas do torneio, haviam empatado por 2 a 2, no estádio Coaracy da Mata Fonseca, em Arapiraca. Na ocasião, Lúcio Maranhão fez o gol de empate para o clube do interior aos 41 minutos do segundo tempo.


Fora de campo, o jogo foi marcado pela proibição da entrada de integrantes da organizada Mancha Azul, do CSA, principal rival do CRB e que seria, segundo a Polícia Militar, aliada da Mancha Negra, do ASA. O policiamento da final envolveu 250 homens dentro e nos arredores do estádio Rei Pelé.


Jornal Midiamax