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Durante audiência sobre problemas na Santa Casa, Mazina evita falar em números

Mazina evitou dar detalhes e quando questionado esquivou-se de comentar os números da dívida. “Não vamos entrar nesse mérito aqui, se não vamos retomar velhas questões”, respondeu

Arquivo Publicado em 28/11/2012, às 13h43 - Atualizado em 13/07/2020, às 10h41

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Mazina evitou dar detalhes e quando questionado esquivou-se de comentar os números da dívida. “Não vamos entrar nesse mérito aqui, se não vamos retomar velhas questões”, respondeu

O secretário de Saúde de Campo Grande, Leando Mazina, foi convocado pelos vereadores da Comissão Especial para Acompanhamento dos Problemas da Santa Casa a prestar explicações sobre a atual situação do hospital, mas não quis detalhar números do hospital.

A audiência ocorreu no Plenário Edroim Reverdito, na Câmara Municipal, e contou com a presença de representantes da Associação Beneficente de Campo Grande (ABCG), que retoma a administração do hospital em 2013, após oito anos de intervenção determinada pela Justiça.

Mazina evitou dar detalhes e quando questionado esquivou-se de comentar os números da dívida. “Não vamos entrar nesse mérito aqui, se não vamos retomar velhas questões”, respondeu o secretário de Saúde.

Para o presidente da ABCG, Wilson Teslenco, o patrimônio da Santa Casa foi destruído durante os anos de junta interventora. “Hoje o patrimônio da Santa Casa é negativo e não tem sentido criar uma nova fundação lastreada em dívidas. O patrimônio se foi e restaram os problemas”, afirmou.

Teslenco ainda questionou o secretário de Saúde do município sobre as contas da Santa Casa. Mazina justificou que há contas atrasadas, mas que a negociação já ocorre. “Existem contas atrasadas, como é o caso com a Enersul, mas elas estão sendo negociadas. Precisamos levar em conta que estamos em uma época difícil, com o pagamento do 13º dos servidores”, rebateu.

A audiência deve seguir por toda a manhã desta quarta-feira (28). Compõe a mesa da reunião ainda o presidente da Comissão da Câmara, Dr. Loester, o relator Athayde Nery e a vereadora Thaís Helena, além do diretor da ABCG Tércio Ailton Tosi e o advogado Carmilino Rezende.

Jornal Midiamax