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“Contrato prevê benefícios diretos aos usuários”, diz presidente da Agetran sobre nova licitação

Rudel Trindade afirma que valor da tarifa não será acima da inflação e que um número maior de frotas estará à disposição dos usuários.

Arquivo Publicado em 27/01/2012, às 14h28

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Rudel Trindade afirma que valor da tarifa não será acima da inflação e que um número maior de frotas estará à disposição dos usuários.

Após inúmeras especulações a respeito do reajuste da tarifa de ônibus, o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito de Campo Grande), Rudel Trindade, afirma que o valor não será calculado acima da inflação e que um número maior de frotas estará à disposição dos usuários.


“O prefeito não recebeu ainda a planilha, mas deixou bem claro que não reajustaria o valor da tarifa acima da inflação. A base de custos, que hoje está sendo elaborada pelo departamento de economia e administração da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) tem toda a demonstração de insumos, gastos com pneus e demais preços. Acredito que até o dia 1° de fevereiro este material já esteja pronto”, afirma Trindade.


Licitação


Com relação aos interessados no transporte público da capital, o diretor-presidente da Agetran conta que a licitação poderá ser aberta no prazo de até 60 dias.


“Estou fazendo reuniões periódicas com o Marcelo Amaral, representante da Agerreg (Agência de Regulação dos Serviços Públicos). Posso garantir que no contrato está previsto benefícios que vão atingir diretamente os usuários, com um reforço real nas frotas, mais veículos e chegada ao ponto no horário correto”, diz Trindade.


Para fiscalizar o serviço, Rudel afirma que além dos 30 fiscais que já circulam nos terminais, mais serão contratados e mais investimento em tecnologia nos coletivos serão feitos.


Assetur


Com o contrato até 2014, Rudel conta que a situação da Assetur ainda não foi definida. No ano passado, a entidade afirmou que cobraria uma indenização caso fosse estipulado o término do contrato, antes da data prevista. “As pessoas confundem uma empresa com uma associação, que é o caso da Assetur, que cuida de cinco empresas. Vamos ver até quando eles vão continuar operando na cidade e depois o que tiver de ser pago será calculado. Com a licitação, eles podem concorrer novamente”, explica Trindade.

Jornal Midiamax