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Ciclovia da Afonso Pena é entregue e reparos ficam para próxima administração

Foi entregue na manhã desse domingo, 23, a ciclovia na Afonso Pena, que é uma das avenidas mais movimentadas de Campo Grande. A obra que foi feita por funcionários da própria prefeitura ainda precisa de reparos como, por exemplo, rebaixamento de meio fio nos acessos aos trechos. O prefeito Nelsinho Trad (PMDB) disse que a […]

Arquivo Publicado em 23/12/2012, às 13h39

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Foi entregue na manhã desse domingo, 23, a ciclovia na Afonso Pena, que é uma das avenidas mais movimentadas de Campo Grande. A obra que foi feita por funcionários da própria prefeitura ainda precisa de reparos como, por exemplo, rebaixamento de meio fio nos acessos aos trechos.

O prefeito Nelsinho Trad (PMDB) disse que a obra muito criticada e usada durante o período eleitoral porque foi feita depois da revitalização do canteiro central da Avenida Afonso Pena. Ele justificou que após o recapeamento asfaltico da via e início do paisagismo e tratamento das árvores centenárias foi procurado por representantes dos ciclistas que solicitaram uma ciclovia no local.

“Eles (ciclistas) me convenceram que ali deveria ter uma ciclovia, inclusive para interligar as demais já construídas”, disse o prefeito.

Durante a solenidade de entrega da ciclovia o prefeito disse que toda obra quando finalizada precisa de reparos e por conta da proximidade do término de seu mandato quem vai ter que providenciá-los é a próxima administração, de Alcides Bernal (PP). “Administrar Campo Grande é enfrentar desafios. Administrar é trazer pra dentro da prefeitura a vontade do povo e esse era um dos pedidos. A próxima administração já vai ter que começar com muita calma, ter boa relação com o legislativo municipal e com a imprensa”, ponderou Nelsinho.

Ciclistas

Alguns ciclistas que participaram da inauguração da ciclovia na Avenida Afonso Pena relatam alguns dos problemas da obra, estes que a próxima administração terá que fazer ajustes. O técnico de manutenção Alexei de Lima Souza usa bicicleta diariamente, inclusive para ir ao trabalho por ser um transporte báratro e que já ajuda a exercitar o corpo. Para ele, o maior problema é a falta de rebaixamento de meio fio nos acessos à ciclovia.

A dona de casa Deiziele Duarte, que mora no bairro Buriti, anda de bicicleta para visitar a mãe que mora na Vila Planalto, inclusive com o filho de um ano. Além da qualidade do asfalto em certos pontos que provocam muita trepidação na bicicleta, ela também pontua a falta de rebaixamento de meio fio.

Com cerca de 7,6 quilômetros de extensão, a ciclovia da Afonso começa na Praça Newton Cavalcante e vai até o Parque das Nações Indígenas. A obra atenderá todas as sinalizações exigidas e foi construída com recursos próprios da administração municipal. No trecho compreendido entre a Avenida Calógeras e Rua Rui Barbosa a pista foi construída com tijolinhos fabricados com 20% de pneus reciclados, que substituirão as pedras de concreto.

A ciclovia leva o nome de Francisco Leal Júnior, que foi o primeiro dono de bicicletaria de Campo Grande. A loja funcionava na Rua 14 de Julho. Foi ele também o primeiro a promover uma prova de ciclismo na Capital.

Jornal Midiamax