Geral

Campanha arrecada donativos a bebê que vai passar pela 7ª cirurgia

O dilema de Kaic, de 7 meses, que vive com os pais no apartamento 124, do Hospital Evangélico foi divulgado recentemente. Vítima de um síndrome que acumula água no cérebro, o pequeno guerreiro, como é chamado, vai para a sétima cirurgia. Kaic é de Amambai e seus pais acompanham o tratamento dele, em Dourados. Como […]

Arquivo Publicado em 16/09/2012, às 11h37

None
1297004882.jpg

O dilema de Kaic, de 7 meses, que vive com os pais no apartamento 124, do Hospital Evangélico foi divulgado recentemente. Vítima de um síndrome que acumula água no cérebro, o pequeno guerreiro, como é chamado, vai para a sétima cirurgia.

Kaic é de Amambai e seus pais acompanham o tratamento dele, em Dourados. Como a família precisa de donativos, O Progresso e a Rádio Coração, da comunidade católica, lançam uma campanha para arrecadar roupas (tamanho para criança de 1 ano), leite (nestogeno 2) e fraudas descartáveis, de tamanhos G a GG.

As doações podem ser feitas no próprio quarto 124 do Hospital Evangélico, onde os pais de Kaic, Clayton e Rosirene, “moram” com o pequeno guerreiro. 

Além disso, doações podem ser entregues no jornal O Progresso (Avenida Presidente Vargas, 477) ou na Rádio Coração (Estúdio principal em Itaporã, Avenida São José, sem número, e Rádio Coração Estúdio 2, em Dourados, na Avenida Marcelino Pires, 1405, edifício Dom Teodardo. 
Também pode ser entregue na recepção da Fundação Terceiro Milênio, no mesmo endereço da rádio, em Dourados.

Interessados também podem contribuir em dinheiro, na conta de Klayton Santos Lima, pai de Kaic: Banco do Brasil, Agência 0743-9, CC 22961-X. 

Os recursos são para garantir os tratamentos de fisioterapia e hidroterapia entre outros, para estimular o desenvolvimento de Kaic. A equipe médica diz que a criança precisará de acompanhamento e tratamento após os procedimentos cirúrgicos, quando sair do hospital e ir para casa.

O Caso
A história de Kaic ganhou repercussão na rede social Facebook. 

No limite de ver o sofrimento do filho, Klayton desabafou na internet, clamando para que todas as dores de Kaic fossem transferidas para ele. Auxiliar de serviços gerais, o salário que Klayton recebe não tem sido suficiente para cobrir as despesas.

Desde que o pequeno guerreiro nasceu, em janeiro deste ano, no Hospital Universitário de Dourados, Klayton e a esposa passaram a viver com o bebê no hospital. 

Em casa passaram poucos dias com Kaic e tiveram que retornar a Dourados.

Kaic já passou por seis cirurgias, uma na coluna e as outras na cabeça, para colocar e retirar as válvulas rejeitadas, responsáveis por drenar a água que acumula do cérebro. Kaic tem síndrome de Arnold Chiari tipo 2, que acarreta a hidrocefalia e a mielomeningocele.

Jornal Midiamax