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Vettel vence em Cingapura e já vê título no Japão

O alemão Sebastian Vettel, da Red Bull, conquistou sua nona vitória na temporada ao vencer o GP de Cingapura, circuito de Marina Bay, neste domingo (25), mas não conseguir conquistar o bicampeonato de forma antecipada, mas já vê a conquista no próximo GP, dia 9 de outubro, no Japão, precisa terminar a prova entre os […]

Arquivo Publicado em 25/09/2011, às 13h13

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O alemão Sebastian Vettel, da Red Bull, conquistou sua nona vitória na temporada ao vencer o GP de Cingapura, circuito de Marina Bay, neste domingo (25), mas não conseguir conquistar o bicampeonato de forma antecipada, mas já vê a conquista no próximo GP, dia 9 de outubro, no Japão, precisa terminar a prova entre os dez primeiros.


Quem atrapalhou a conquista antecipada foi Jenson Button, da McLaren, que finalizou a prova na segunda colocação. Para Vettel ficar com título já em Cingapura, o inglês teria de ser no máximo o terceiro, posição do australiano Mark Webber, também da Red Bull.


O espanhol Fernando Alonso, da Ferrari, foi o quarto colocado, em uma prova que poucas vezes protagonizou ultrapassagens, limitando-se a brigar com Webber pelo terceiro posto. O inglês Lewis Hamilton, McLaren, foi o 5º.


Com os resultados deste domingo, Vettel pode comemorar o título de campeão no dia 9 se terminar a prova no Japão entre os dez primeiros. Isso se Button for o primeiro. Hoje ele tem 309 pontos. O segundo colocado no Mundial de F-1 é Button, com 185.


Entre os brasileiros, o melhor colocado foi Felipe Massa, da Ferrari, que teve um pneu furado por Hamilton ainda no início da prova e terminou em nono. Rubens Barrichello, da Williams, cruzou a linha de chegada na 13ª.


Já Bruno Senna, da Renault, teve sua pior participação nas três provas disputadas neste ano. Foi o 15º. Teve um problema no início da prova, o que o obrigou a fazer duas paradas. Numa delas trocou o bico do carro.


A prova


A largada foi limpa, sem acidentes, e boa para Vettel, que manteve a ponta e ainda viu adversários importantes como Webber e Hamilton perderem posições. O australiano, segundo no grid, passou para quarto. O inglês, quarto na largada, caiu para oitavo. Quem ficou na cola de Vettel foi Button, segundo por Alonso, em terceiro.


O início da prova de Vettel, aliás, foi impressionante. Com apenas cinco voltas completadas, o alemão da Red Bull abriu 7s de vantagem para Button. A vantagem do atual campeão da F-1 foi uma constante durante todo o GP de Cingapura.


Com 15 voltas, estava 11s a frente do inglês da McLaren. Na metade da prova, ficou a 12s. No final, a diferença era de pouco mais de 10s. Em determinado momento da prova, Vettel teve mais dificuldades em não perder tempo com os pilotos retardatários do que temendo uma aproximação dos candidatos ao pódio.


Já Alonso, terceiro, não contava com um desgaste tão rápido nos pneus supermacios. Parou na volta 11 após ser ultrapassado por Webber. No retorno à pista, alterou sua estratégia inicial, colocando pneus macios –a ideia era parar menos. Mesmo assim travou um duelo acirrado com o australiano da Red Bull pela terceira colocação.


Hamilton, que fazia uma prova discreta, pagou um drive-through no início da prova por causa do toque no carro de Massa –o brasileiro tinha parado para trocar os pneus na volta 12, mas no retorno à pista teve o pneu traseiro direito furado pelo inglês, que tentava (e conseguiu) ultrapassá-lo.


Mesmo com a punição, Hamilton brigou por uma posição entre os cinco melhores. Ele teve boas batalhas com pilotos de escuderias menores, mas não chegou a almejar o pódio como previsto.


A prova ainda ficou marcada por uma batida forte do veterano Michael Schumacher, da Mercedes. Praticamente na metade da corrida, o alemão perdeu o controle do carro e bateu um muro de proteção. O acidente aconteceu pouco depois de Schumacher ser ultrapassado pelo mexicano Sergio Perez, da Sauber.


Na tentativa de recuperar a posição, o alemão pegou a parte suja da pista, bateu o pneu esquerdo dianteiro na traseira do carro de Perez e perdeu o controle do carro. Em alta velocidade, bateu de frente no muro de proteção. Depois saiu andando, sem ter sofrido nada grave.

Jornal Midiamax