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Rinaldo cobra aplicação da lei que trata de prevenção às drogas

Poder Legislativo, instituições terapêuticas, igrejas e entidades sociais de Mato Grosso do Sul estão engajadas na luta contra a legalização de entorpecentes. Constantemente, os parlamentares discutem o assunto na tribuna da Assembleia Legislativa e levam o debate também para o interior do Estado. Ontem (28/9), os deputados Professor Rinaldo (PSDB) e Zé Teixeira (DEM) participar...

Arquivo Publicado em 29/09/2011, às 20h51

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Poder Legislativo, instituições terapêuticas, igrejas e entidades sociais de Mato Grosso do Sul estão engajadas na luta contra a legalização de entorpecentes. Constantemente, os parlamentares discutem o assunto na tribuna da Assembleia Legislativa e levam o debate também para o interior do Estado. Ontem (28/9), os deputados Professor Rinaldo (PSDB) e Zé Teixeira (DEM) participaram de uma audiência pública na Câmara Municipal de Campo Grande e mais uma vez se posicionaram contra a liberação da maconha.


Na sessão ordinária desta quinta-feira, Rinaldo fez um balanço dos assuntos abordados na audiência pública e cobrou a aplicabilidade da lei 11.343, que instituiu o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas. “O artigo 28 desta lei fala de investimento em prevenção e repreensão às drogas. A realidade é que nenhum real está sendo investido”, argumentou o deputado.


Outro ponto destacado por Rinaldo está relacionado aos prejuízos causados pela liberação da maconha e outras drogas. “Um estudo revela que a maconha desencadeia a esquizofrenia em 15% dos usuários. Portanto, as drogas resultam em outras doenças e acabam representando um ônus social e econômico”, acrescentou.


Na audiência pública foi elaborado um manifesto para colher assinaturas dos que são contrários à legalização da maconha no País. “Esperamos colher a assinatura de todos os sul-mato-grossenses. A nossa mobilização continua, com o objetivo de informar a sociedade e contrapor os argumentos de quem é favorável à legalização das drogas. Nós queremos mostrar que Mato Grosso do Sul não quer a liberação da maconha”, concluiu.


Jornal Midiamax