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Rei e rainhas se apresentaram no reestruturado Palco das Américas

A noite de ontem (30) foi à forra com as apresentações do Palco das Américas, teve ballet, tango, atrizes, rainhas e um rei. O Tango de Amelita Baltar, uma das homenageadas do Festival, abriu o Palco junto com o Ballet Stagium, que foi um forte figurante para as obras de Piazzolla cantadas por Baltar. Já […]

Arquivo Publicado em 02/05/2011, às 01h47

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A noite de ontem (30) foi à forra com as apresentações do Palco das Américas, teve ballet, tango, atrizes, rainhas e um rei. O Tango de Amelita Baltar, uma das homenageadas do Festival, abriu o Palco junto com o Ballet Stagium, que foi um forte figurante para as obras de Piazzolla cantadas por Baltar.


Já Soledad Villamil transformou-se em uma excelente performática no palco. Mostrou muita simpatia, arranhou o português para interagir com o publico e fez uma mistura latina no seu show. Villamil aproveitou sua estada em Corumbá  para assistir o show da rainha do rock nacional e irmã gêmea de ozzy osbourne, Rita Lee.


Quando todos pensavam que tinha acabado, no palco ao lado, aparece Gideão Dias, que se tornou o rei do samba em Corumbá. Já que nem Sururu na Roda, nem Casuarina se apresentaram por intempéries da natureza.


Gideão chamou o repique, o tantam, o cavaco e o pandeiro para promover um show “Sem Fronteiras”, com músicas autorais e um pout-pourri de grandes nomes do samba.


A galera corumbaense, que já havia pulado muito no show da Rita, teve pique ainda para sambar. Havia até colombiana no com samba no pé em terra corumbaense. A Cidade Branca é considerada um quintal do Rio de Janeiro, por ter uma grande influencia fluminense em sua história.

Jornal Midiamax