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Onda de assaltos assusta comerciantes e moradores de região nobre de Campo Grande

Comerciantes de uma das regiões mais chiques de Campo Grande, nas proximidades do prédio onde mora até o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, estão assustados com a falta de segurança.

Arquivo Publicado em 12/02/2011, às 17h50

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Comerciantes de uma das regiões mais chiques de Campo Grande, nas proximidades do prédio onde mora até o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, estão assustados com a falta de segurança.

Comerciantes de uma das regiões mais chiques de Campo Grande, nas proximidades do prédio onde mora inclusive o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, estão assustados com a falta de segurança. Uma onda de assaltos assola lojistas e moradores das Ruas Bahia e Euclides da Cunha.

Em menos de uma semana, pelo menos quatro furtos, aconteceram em lojas do Bairro Jardim dos Estados. Os proprietários furtados marcaram uma reunião para segunda-feira (14) para discutir o problema e cobrar das autoridades mais segurança.

A lojista, Maura Xavier Freire Siuff, 47 anos, conta que sua loja de confecção feminina foi assaltada duas vezes somente nesta semana. Há um ano e meio ela tem o comércio na Rua Bahia e nunca havia sido vítima antes.

Ela conta que o primeiro assalto aconteceu na madrugada de segunda-feira (7), quando os assaltantes quebraram a vitrine, ao tentar arrombar a porta de vidro. Foram furtados R$ 200 que estavam no caixa.

Já na madrugada deste sábado (12), a loja foi novamente furtada, quando os assaltantes arrombaram um tapume de madeira que estava na porta estourada no último assalto porque a porta de vidro demora a ser recolocada.

Na segunda vez, os assaltantes entraram rastejando e o alarme não foi acionado. A proprietária diz que seu prejuízo com os dois assaltos já chega a R$ 10.000.

Os proprietários estão revoltados com a onda de assaltos e dizem que irão se reunir na segunda-feira para organizar um manifesto. Além disso, o sistema integrado de gestão operacional (Sigo) da polícia está fora do ar e a comerciante não conseguiu registrar boletim de ocorrência.

Jornal Midiamax