O período de sete meses das operações da OTan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) na Líbia foi considerado eficiente pelos presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e pelo secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen. A avaliação sobre a ação militar na região foi feita na segunda-feira (7) a portas fechadas em Washington, na capital norte-americana.

Na conversa, Obama agradeceu ao secretário-geral sua liderança “forte e efetiva”. Segundo o presidente norte-americano, a Otan “salvou a vida de milhares de civis líbios”. Os elogios às operações da Otan foram divulgados em um comunicado. Obama e Rasmusssen também conversaram sobre o “progresso” da missão dos Estados Unidos no Afeganistão, liderada pela Otan.

Em maio de 2012, na cidade norte-americana de Chicago, representantes dos 28 países da Otan e o comando da organização se reunirão para a aprofundar das relações, segundo o comunicado da Casa Branca.

No caso da Líbia, a missão foi encerrada no dia 31 de outubro. Antes, no dia 20, Muammar Khadafi, ex-presidente líbio, foi capturado e morto. As circunstâncias de morte de Khadafi são investigadas por peritos líbios sob a ordem do CNT (Conselho Nacional de Transiçãlo).

A operação da Otan na Líbia foi alvo de várias críticas principalmente dos governos da Rússia e China. Para os russos e chineses, a organização não respeitou o comando da ONU (Organização das Nações Unidas), assumindo-se favorável à oposição. O governo do Brasil defendeu a busca pelo diálogo de forma pacífica e foi contrário à missão militar na Líbia.

Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa.