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Novo projeto prevê política de reajuste do mínimo até 2014

O ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, informou há pouco que o governo enviará ao Congresso Nacional um projeto de política de reajuste de salário mínimo até 2014, e não mais até 2023, proposta que chegou a ser enviada ao Legislativo, no governo do ex-presidente Lula. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, 7, pela presidente […]

Arquivo Publicado em 07/02/2011, às 16h25

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O ministro de Relações Institucionais, Luiz Sérgio, informou há pouco que o governo enviará ao Congresso Nacional um projeto de política de reajuste de salário mínimo até 2014, e não mais até 2023, proposta que chegou a ser enviada ao Legislativo, no governo do ex-presidente Lula. A decisão foi tomada nesta segunda-feira, 7, pela presidente Dilma Rousseff, durante reunião do grupo de coordenação política, no Palácio do Planalto, que também decidiu manter o reajuste do salário mínimo em R$ 545 para este ano.

Luiz Sérgio explicou que o governo entendeu que depois que as centrais sindicais pediram uma renegociação do mínimo agora, em 2011, o ideal seria enviar ao Congresso um prazo menor para vigorar a política de reajuste do menor salário do país. “As próprias centrais sindicais sempre ressaltaram que a política do salário mínimo recuperou o poder de compra do trabalhador”, justificou o ministro. Ele lembrou que o governo Lula encaminhou o projeto de reajuste do salário mínimo até 2023, que não foi aprovado.

Segundo Luiz Sérgio, os líderes do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP) e no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disseram na reunião desta segunda-feira, 7, estar otimistas em relação a aprovação do novo projeto de reajuste do mínimo.

Luiz Sérgio também tentou descartar qualquer possibilidade de vinculação da aprovação do projeto do mínimo à definição para o segundo escalão do governo. “É preciso encerrar essa discussão de vagas no segundo escalão. Quando se estava discutindo eleição na Câmara tentavam vincular a discussão do segundo escalão. E agora com o mínimo é a mesma coisa”, disse.

Jornal Midiamax