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Ministro da Defesa está em Dourados nesta quinta para acompanhar plano de fronteiras

O Ministro da Defesa, Celso Amorim, está em Dourados nesta quinta-feira (22) para acompanhar o desenrolar da Operação Ágata 2, que foi desencadeada há uma semana na região de fronteira do Brasil com o Paraguai, Uruguai e Argentina. Forças armadas, forças auxiliares e organismos de fiscalização e inteligência estão com contingente em 42 postos móveis […]

Arquivo Publicado em 22/09/2011, às 10h46

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O Ministro da Defesa, Celso Amorim, está em Dourados nesta quinta-feira (22) para acompanhar o desenrolar da Operação Ágata 2, que foi desencadeada há uma semana na região de fronteira do Brasil com o Paraguai, Uruguai e Argentina.


Forças armadas, forças auxiliares e organismos de fiscalização e inteligência estão com contingente em 42 postos móveis e fixos para atuar no combate aos ilícitos transfronteiriços e ambientais. Só com base em Dourados, são dez mil soldados, divididos em dez equipes.


O ministro permanece em Dourados até a hora do almoço e, depois, retorna a Brasília. O objetivo geral da visita é verificar resultados do plano estratégico de fronteiras, instituído por decreto presidencial,que pretende flagrar e coibir crimes comuns nas áreas de fronteiras como, por exemplo, tráfico de drogas e seres humanos, contrabando de gado e armas, crimes ambientais entre outros.


A operação já teve uma primeira edição, batizada de Ágata 1, que atuou na região norte do Brasil. Para esta segunda edição, nas regiões Sul e Centro-Oeste, o trabalho dos serviços de inteligência iniciaram há cerca de um mês e, na última semana, teve início o trabalho ostensivo, com um efetivo formado principalmente por militares do Exército.


Além das forças armadas, as operações envolvem a participação da Secretaria das Receita Federal, Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional, Abin (Agência Brasileira de inteligência) e órgãos das secretarias se Segurança Pública dos estados do Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. Não há data para encerrar a operação.


A Operação Ágata 2, além de combater ilícitos, também tem cunho social que é o de prestar atendimento para a população carente das localidades envolvidas. Nas ações serão prestados serviços médicos e odontológicos, tendo como apoio navios de assistência hospitalar da Marinha, além de militares dos corpos de saúde do Exército e da Força Aérea.


Com a recente confirmação do foco de febre aftosa no Paraguai, a operação centra foco também no controle sanitário da região, com reforço nas barreiras móveis ao logo de toda a fronteira seca com o país vizinho.

Jornal Midiamax