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Liga das Escolas de Samba aprova carnaval de Campo Grande na região da Praça do Papa

Uma comissão da Liga aprovou o local, que precisa de investimentos na estrutura. "O prefeito se comprometeu a atender às necessidades", disse o presidente da entidade, Eduardo de Souza Neto.

Arquivo Publicado em 12/02/2011, às 13h35

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Uma comissão da Liga aprovou o local, que precisa de investimentos na estrutura. “O prefeito se comprometeu a atender às necessidades”, disse o presidente da entidade, Eduardo de Souza Neto.

Após reunião ocorrida na tarde de sexta-feira (11), entre o prefeito Nelson Trad Filho e representantes das escolas de samba de Campo Grande, ficou definido que o Carnaval 2011 será realizado na Praça Memorial do Papa, nas imediações da Avenida Alfredo Scaff.

A alternativa foi proposta pelo prefeito, tendo em vista que o local utilizado no desfile do ano passado, na Via Morena, é bastante próximo ao Parque de Exposições Laucídio Coelho. O local recebeu uma determinação da Justiça que impede a realização de shows, pelo fato de estar localizado em área residencial e o som ultrapassar o limite de decibéis estabelecido pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur).

“Temos que procurar alternativas para nos resguardar de um possível impedimento em promover o desfile das escolas de samba. Por isso, chamei a Liga das Escolas de Samba e os representantes das comunidades para acharmos uma solução para que esta festa se realize”, explicou Nelsinho.

O presidente da Liga das Entidades Carnavalescas (Lienca), Eduardo de Souza Neto, diz que a decisão de mudança do local foi aprovada pela comissão da liga. Segundo ele, o local precisa de uma estrutura a mais do que na via morena, mas o prefeito se comprometeu a atender às necessidades.

Ele explica que são nove escolas de samba a desfilarem, e é preciso iluminação, arquibancada e um local adequado para a concentração das escolas. Em relação ao barulho, Eduardo diz que o horário dos desfiles é das 19h30 às 2h da manhã, um horário mais acessível para famílias participarem.

Eduardo ainda destaca que é preciso que a organização do evento se atente para as pessoas que permanecem no local, após o evento terminar, geralmente com bebidas e som alto, o que atrapalha moradores das redondezas. Também é preciso disponibilizar linhas de ônibus para o local.

Jornal Midiamax