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Dr. Conrad Murray poderia provar que Michael Jackson se matou

Dr. Conrad Murray poderia utilizar as impressões digitais encontradas em uma seringa debaixo da cama de Michael Jackson para provar que o rei do pop se matou. Os advogados do médico acusado– que está para ser julgado pelo homicídio involuntário do cantor, depois que ele morreu de intoxicação aguda por propofol sob seus cuidados médicos […]

Arquivo Publicado em 18/03/2011, às 14h00

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Dr. Conrad Murray poderia utilizar as impressões digitais encontradas em uma seringa debaixo da cama de Michael Jackson para provar que o rei do pop se matou.

Os advogados do médico acusado– que está para ser julgado pelo homicídio involuntário do cantor, depois que ele morreu de intoxicação aguda por propofol sob seus cuidados médicos em junho de 2009– devem reivindicar a causa da morte alegando que Michael injetou em si mesmo o sedativo letal, enquanto o médico estava fora da sala.

O médico de 57 anos admitiu que dava ao astro um cocktail de medicamentos, mas afirma que não tocou na agulha quebrada – encontrada no quarto de Michael em sua casa em Los Angeles– ou deu algum medicamento que poderia matá-lo.

Durante uma audiência de pré-julgamento em Los Angeles na quarta-feira (16.03.11), a equipe jurídica do Dr. Murray– que não vai se declarar culpado no dia 09 de maio – pediu para ver as impressões digitais colhidas na seringa.

“A defesa vai basear a acusação afirmando que Dr. Murray deu a dose fatal. No entanto, apesar dos equipamentos médicos estarem na sala de Murray, ele vai afirmar que ele não tocou nesta seringa em particular. Ela poderia ser uma peça fundamental da prova”, disse uma fonte próxima ao caso ao jornal The Sun.

O julgamento deve durar cerca de dois meses.

Jornal Midiamax