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Comunidades ribeirinhas recebem atendimento durante Operação Ágata III

Durante os trabalhos da Operação Ágata III, a população ribeirinha da região de Corumbá e Ladário conta com as ações cívico-sociais do Navio de Assistência Hospitalar Tenente Maximiano, que levam às comunidades carentes atendimento gratuito médico e odontológico, além de serviços como emissão de documentos. De acordo com o tenente Vitor Rosa França de Carvalho, […]

Arquivo Publicado em 30/11/2011, às 14h52

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Durante os trabalhos da Operação Ágata III, a população ribeirinha da região de Corumbá e Ladário conta com as ações cívico-sociais do Navio de Assistência Hospitalar Tenente Maximiano, que levam às comunidades carentes atendimento gratuito médico e odontológico, além de serviços como emissão de documentos.


De acordo com o tenente Vitor Rosa França de Carvalho, comandante do Nash Maximiani, o atendimento aos ribeirinhos é importante por conta da localidade onde estão, que é longe de cidade e hospitais, e o acesso também dificulta em casa de emergência. “Dependendo do caso, eles chegam a morrer por falta de atendimento médico”, diz o comandante.


Durante a operação, que foi acompanhada por uma equipe do Midiamax nesta segunda-feira (28), o Monitor Parnaíba atracou em uma comunidade ribeirinha para ver como é a rotina de atendimento do Nash, e foi recebida com os olhos atentos das crianças da região.


Para o ribeirinho Mario Augusto da Silva dos Santos, de 74 anos, a presença dos médicos no local o ajudou a tratar de tonturas e dores na cabeça. “Eles me deram os remédios que eu preciso tomar, agora estou bem melhor”, conta.


Há 1 ano e 8 meses o Nash Tenente Maximiano aporta às margens ao longo do rio Paraguai, onde, no período de um a dois dias, oferece serviços como distribuição de medicamentos, aplicação de vacina, consultas médicas e odontológicas, além de tratamentos. Segundo informações oficiais, até o momento foram feitos 2.375 procedimentos.


Com dois filhos pequenos, Alairde Dias da Silva, de 67 anos, aproveitou a presença dos médicos para consultá-los. “Se o navio não estivesse aqui, teria que levá-los para Corumbá, mas fica muito longe, é ruim”, diz dona Alairde. Os atendimentos são realizados por médicos, dentistas e enfermeiros da Marinha do Brasil.

Jornal Midiamax