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Campanha “Dengue combata com energia” tenta mudar quadro de infestação da doença

No Mato Grosso do Sul, em 2010, a dengue matou 44 pessoas e deixou enfermas outras 81 mil. Para tentar mudar esta estatística a Enersul (Empresa Energética de MS) trabalha com a campanha “Dengue combata com energia”, cuja intenção é sensibilizar as pessoas a eliminar todo tipo de ambiente que possibilite a proliferação do mosquito […]

Arquivo Publicado em 03/02/2011, às 18h09

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No Mato Grosso do Sul, em 2010, a dengue matou 44 pessoas e deixou enfermas outras 81 mil. Para tentar mudar esta estatística a Enersul (Empresa Energética de MS) trabalha com a campanha “Dengue combata com energia”, cuja intenção é sensibilizar as pessoas a eliminar todo tipo de ambiente que possibilite a proliferação do mosquito transmissor da dengue.

A campanha baseada em adesivagem propõe aos consumidores de 73 municípios do Estado que tenham atitude, energia e disposição no combate da doença e também que devem se ligar quanto ao perigo do vírus. A mensagem é pregada em toda a frota de veículos da empresa, nos uniformes dos trabalhadores, colaboradores e lojas de atendimento ao público.

A campanha é orientada pela Política de Sustentabilidade da Rede Energia, controladora da Enersul, e motiva outras distribuidoras do grupo a darem uma parcela de contribuição para as comunidades alcançarem resultados positivos nessa luta. Segundo a assessoria de imprensa da Enersul, o ponto de partida foi numa reunião com o Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e que contou com 120 convidados representando 70 parceiros de diversos setores como energia, telecomunicações, mídia, supermercados, companhias aéreas entre outros.

Durante o encontro foi apresentado o índices de infestação pelo mosquito Aedes aegypti no Brasil que aponta para a necessidade de ações de prevenção e de mobilização do setor público, privado e sociedade para diminuir os riscos de uma epidemia. São 16 estados e 70 municípios em situação de alerta no País. Mato Grosso do Sul aparece entre os cinco estados com risco alto, ou seja, apena um nível abaixo das áreas em situação de alerta.

Jornal Midiamax