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Bacias de contenção podem solucionar inundações em Corumbá

A construção de uma bacia de contenção na zona Sul de Corumbá – entre bairro Nova Corumbá e Guatós – é um dos projetos que a Prefeitura tem para solucionar o problema das inundações na cidade. A bacia seria responsável pela retenção momentânea das águas pluviais para posterior lançamento nas galerias do Cristo Redentor, garantindo […]

Arquivo Publicado em 01/03/2011, às 15h34

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A construção de uma bacia de contenção na zona Sul de Corumbá – entre bairro Nova Corumbá e Guatós – é um dos projetos que a Prefeitura tem para solucionar o problema das inundações na cidade. A bacia seria responsável pela retenção momentânea das águas pluviais para posterior lançamento nas galerias do Cristo Redentor, garantindo o escoamento e vazão. Isso evitaria que as águas se espalhassem pelas ruas em busca de um caminho natural até o rio Paraguai. Uma segunda bacia receberia as águas das chuvas das regiões do Guarani; Jardim dos Estados; Popular Nova e Aeroporto.

Os recursos para a intervenção estão num pacote de projetos que o Executivo Municipal tem cadastrado no Ministério das Cidades, em Brasília. Para viabilizar a liberação do recurso, o prefeito Ruiter Cunha de Oliveira cumpre agenda de audiências em Brasília, nesta quarta-feira, 02 de março, no próprio Ministério; Secretaria Nacional de Defesa Civil e na Presidência da República.

“A previsão de recursos para resolver toda a rede de drenagem para Corumbá seria acima de R$ 70 milhões. Já temos R$ 30 milhões captados, sendo R$ 18,5 milhões já realizados e outros R$ 11,5 milhões com previsão de conclusão até o fim deste ano. Temos mais R$ 30 milhões cadastrados em projetos que infelizmente não entraram no PAC 2. Vamos tentar convencer que precisamos desses 30 milhões”, afirmou o chefe do Executivo local, durante entrevista coletiva nesta terça-feira, 1º de março. Os quase 12 milhões de reais em investimentos para 2011 – já em execução – são em ações de drenagem; construção de galerias; guias; sarjetas e pavimentação das áreas.

Outra solução, essa ainda que paliativa, seria realizar, dentro das possibilidades financeiras da Administração Municipal, ações de microdrenagem em bairros específicos para minimizar os prejuízos causados pelos alagamentos.

Fossas sépticas

Ainda na coletiva, o prefeito anunciou a determinação para que a Secretaria Municipal de Infraestrutura construa fossas sépticas nas casas construídas com recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para que possam receber famílias, já cadastradas e que tiveram os imóveis interditados pela Defesa Civil e ficaram sem qualquer teto para morar.

“A partir do momento que a Defesa Civil interditar a casa e dizer que não há condições de morar, vamos ver então se a família tem condição de aguardar o prazo que a Sanesul deu [para conclusão da rede de esgoto do PAC Casa Nova], que agora é em 2012. Se disser que não tem para onde ir, a Secretaria de Infraestrutura está autorizada a fazer a fossa para essas famílias se mudarem para lá”, anunciou Ruiter.

Jornal Midiamax