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Após carnaval, carros alegóricos estão abandonados em via movimentada

Mesmo com o final do carnaval, o  “sambódromo” instalado na avenida Alfredo Scaff, região do grande Santo Amaro, ainda está no clima de Carnaval com araras, serpentes e outros carros alegóricos abandonados na redondeza. Na manhã desta sexta-feira, ao menos 15 carros utilizados pelas escolas de samba de Campo Grande estavam na rua Alfredo Scaff […]

Arquivo Publicado em 11/03/2011, às 18h00

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Mesmo com o final do carnaval, o  “sambódromo” instalado na avenida Alfredo Scaff, região do grande Santo Amaro, ainda está no clima de Carnaval com araras, serpentes e outros carros alegóricos abandonados na redondeza.

Na manhã desta sexta-feira, ao menos 15 carros utilizados pelas escolas de samba de Campo Grande estavam na rua Alfredo Scaff e Zakia Nahas Siuffi.

Um deles, da campeã Vila Carvalho, está abandonado e estacionado em toda  faixa do sentido bairro-centro da Alfredo Scaff, esquina com a avenida Presidente Vargas, via de grande movimentação.

Na contramão do carro da Carvalho, está um carro alegórico da Vila Cruzeiro. Hoje, abandonado na avenida, não tem o mesmo brilho do desfile por conta da chuva.

Já sem o espírito do carnaval, moradores reclamam dos enfeites abandonados que brilharam na avenida no começo dessa semana.

“Não deveria ter deixado isso aí, o motorista perde a visão”, disse a comerciante Ivolete Pereira da Rosa, 53, que trabalha em frente a Alfredo Scaff.

“O problema é que as escolas de samba trazem esses carros empurrando de longe”, conta o cozinheiro Afrânio Luiz, 27.

“Atrapalha o trânsito, é perigoso acidente, principalmente de noite”, disse o entregador Macelo Ramos, 32, que passava de moto pelo local.

A prefeitura de Campo Grande informou que os carros alegóricos e os enfeites deveriam ter sido retirados até ontem e que a Fundac (Fundação Municipal de Cultura) entrará em contato com a Lienca (Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande) para averiguar o que aconteceu.


De acordo com o presidente Lienca, Eduardo de Souza, a responsabilidade de levar e retirar os veículos alegóricos é das próprias escolas de samba.


(matéria atualizada às 16h52 para acréscimos de informações)

Jornal Midiamax