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Vigilância da Capital dá orientação sobre alimentos perecíveis

Com o crescimento do consumo de produtos de origem animal (carnes e peixes) nas festas de final de ano, a Vigilância Sanitária Municipal de Campo Grande faz um alerta à população para evitar a compra de alimentos deteriorados. “É importante comprar apenas em estabelecimentos regulares, como supermercados, açougues e peixarias, que são fiscalizados pela Vigilância”, […]

Arquivo Publicado em 29/12/2010, às 13h22

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Com o crescimento do consumo de produtos de origem animal (carnes e peixes) nas festas de final de ano, a Vigilância Sanitária Municipal de Campo Grande faz um alerta à população para evitar a compra de alimentos deteriorados. “É importante comprar apenas em estabelecimentos regulares, como supermercados, açougues e peixarias, que são fiscalizados pela Vigilância”, orienta o Chefe do Serviço de Inspeção da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), Carlos José de Oliveira.

A carne comercializada deve ter uma identificação ou etiqueta, que orienta sobre a origem do produto, a data de fabricação e a validade. No caso do comércio do peixe a situação é mais delicada, como revela Carlos. “Ainda não existe uma regulamentação obrigatória de etiqueta para cada exemplar de peixe vendido”, esclarece.

De acordo com o Chefe do Serviço de Inspeção, a Sesau está estudando a elaboração de um projeto que coíba a venda irregular de peixe em Campo Grande. “Nossa idéia é regulamentar o uso da etiqueta, o produto que não tiver a procedência não poderá ser comercializado”, argumenta Carlos.

A fiscalização dos estabelecimentos comerciais da cidade é um serviço de rotina da Vigilância Sanitária Municipal. Quando os fiscais encontram alimentos estragados ocorre a apreensão do produto, é expedido um auto de infração e a multa resultante oscila, de acordo com a gravidade do caso (Código Sanitário Municipal, lei complementar 148, de dezembro de 2009), de R$ 100,00 à R$ 15 mil reais.

Jornal Midiamax