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Sem incidentes, termina votação para a Assembleia da Venezuela

O Conselho Nacional Eleitoral, que organiza a votação deste domingo (26) na Venezuela, confirmou que se encerrou às 18h (19h30 em Brasília) o horário para votar em todo o país. Os centros de votação encerram o processo, como previsto, e apenas os locais em que já havia fila continuam abertos até que votem todas as […]

Arquivo Publicado em 26/09/2010, às 22h48

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O Conselho Nacional Eleitoral, que organiza a votação deste domingo (26) na Venezuela, confirmou que se encerrou às 18h (19h30 em Brasília) o horário para votar em todo o país. Os centros de votação encerram o processo, como previsto, e apenas os locais em que já havia fila continuam abertos até que votem todas as pessoas que já estavam aguardando sua vez.


Em entrevista minutos antes do horário de encerramento, a vice-presidente do CNE, Sandra Oblitas, informou que a votação se completou em perfeita normalidade e sem que fosse registrados problemas de grande porte. Oblitas disse que, mesmo sem ter ainda um dado formal a respeito da participação, os organizadores haviam percebido uma grande presença dos eleitores.


“Os cidadãos venezuelanos demonstraram já estar acostumados com o processo eleitoral do país”, disse.


Desde o meio-dia, o CNE já informava que haviam sido solucionados os problemas em centros de votação registrados pela manhã. A votação, que começaria nacionalmente às 6h, atrasou em várias partes do país. Em algumas cidades, os eleitores esperaram até três horas para votar.


O CNE, que anteriormente chegou a informar que publicaria resultados duas horas após o fim da votação (a partir das 21h30 em Brasília) rejeitou prever um horário para a saída do primeiro boletim. A definição do CNE é que só sejam divulgados resultados quando eles forem


As Forças Armadas, responsáveis pela segurança da votação em todo o país, disseram não ter registrado nenhum incidente. Antes do início da votação, um homem foi morto por soldados de segurança próximo a um local de votação, mas o incidente não foi relacionado com a eleição, segundo o governo.

Jornal Midiamax