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PM apreende adolescentes suspeitos de matar estudante em Corumbá

A Polícia Militar apreendeu na tarde desta terça-feira (7), dois menores de idade, de 16 e 17 anos, suspeitos do roubo seguido de morte, da estudante Aline Pereira Quiantareto, de 16 anos. Ela morreu com um tiro no peito na noite de ontem, na rua Teodomiro Serra, próximo à Igreja São Vicente de Paulo, no […]

Arquivo Publicado em 07/09/2010, às 22h41

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A Polícia Militar apreendeu na tarde desta terça-feira (7), dois menores de idade, de 16 e 17 anos, suspeitos do roubo seguido de morte, da estudante Aline Pereira Quiantareto, de 16 anos. Ela morreu com um tiro no peito na noite de ontem, na rua Teodomiro Serra, próximo à Igreja São Vicente de Paulo, no bairro Popular Velha.


Desde o crime, a Polícia Militar recebeu vários telefonemas que indicavam suspeitos, até que uma das informações, levou à dupla apreendida. Eles foram detidos na Alameda Oriental, próximo ao posto de saúde do bairro Popular Velha e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil. De acordo com a assessoria de comunicação da Polícia Militar, o adolescente de 17 anos, que tem passagens pela Polícia, é quem teria atirado contra a estudante. O telefone celular roubado teria sido vendido por R$ 30.


O caso


A adolescente Aline Pereira Quiantareto, 16 anos, foi morta com um tiro no peito, na rua Teodomiro Serra, próximo à Igreja São Vicente de Paula, no bairro Popular Velha, em Corumbá, por volta das 19h50 de ontem, 06 de setembro. Dois adolescentes roubaram o celular dela e um deles atirou contra a menina, que morreu no local, nos braços do primo de 15 anos de idade. A adolescente, estudante da Fundação Bradesco, tinha ido à cidade para visitar a família.


Segundo relatos do primo de 15 anos, que acompanhava Aline na hora do crime, a garota foi abordada pelos ladrões que estavam de bicicleta e exigiram o celular.


Ela entregou e mesmo assim, um dos bandidos atirou e acertou o lado direito do tórax da vítima. “O primo dela está em estado de choque, pois ela morreu nas mãos dele. O garoto não quer sair de casa, não quer falar com ninguém. Ele está revoltado, pois afirma que ninguém socorreu. Ele disse que teve que arrastar a prima pelos braços para perto de um bar para ser socorrida. Peço justiça, apenas isso, pois não é justo interromper a vida de uma adolescente que tinha tantos planos para viver”, afirmou Ernestina.

Jornal Midiamax