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Mesmo com retrato falado de suspeito de abuso em escola, homem não é encontrado

Após 22 dias de divulgado pela polícia o retrato-falado do suspeito de ter praticado abuso sexual contra crianças em uma escola particular no centro de Campo Grande, as buscas pelo homem continuam, segundo informações da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializa de Proteção à Criança e ao Adolescente. O caso chegou à polícia no dia […]

Arquivo Publicado em 12/07/2010, às 15h15

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Após 22 dias de divulgado pela polícia o retrato-falado do suspeito de ter praticado abuso sexual contra crianças em uma escola particular no centro de Campo Grande, as buscas pelo homem continuam, segundo informações da delegada Regina Mota, da Delegacia Especializa de Proteção à Criança e ao Adolescente.


O caso chegou à polícia no dia 18 de junho, quando mães de duas crianças foram até a DEPCA. Uma das vítimas do suspeito é uma menina de 4 anos cuja mãe disse à polícia que deixou a criança na escola no dia 17 de junho em frente à porta da sala da menina.


Depois a menina foi ao banheiro e um homem com as características do retrato falado colocou a mão nas costas dela e disse “vamos ao banheiro”. Ao flagrar o ato a mãe teria perguntado “filha você quer ir ao banheiro”? Neste exato momento o sujeito teria fugido.

A outra criança que teria sido abusada é um menino de 5 anos. O caso foi denunciado também no dia 17 quando a mãe estranhou o comportamento do filho. Após conversar com o seu filho, a criança teria dito que um homem com as mesmas características denunciadas pela primeira mãe teria abusado sexualmente do menino.

De acordo com a mãe a criança o homem levou seu filho para o banheiro, mostrou o pênis para a criança e o abusou sexualmente. De acordo com a delegada, as investigações estão prosseguindo para que haja a prisão do homem. Regina Mota afirma que as investigações apontam que o suspeito é alguém de fora da escola e que ele foi visto por testemunhas, no dia seguinte em que teria feito o abuso, na frente da escola e incomodando meninas.

A delegada afirma que há suspeitos, porém ninguém foi preso até o momento.

Jornal Midiamax