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Maria Artuzi dorme em colchão no chão e “sofre” no alojamento que está com ar condicionado quebrado

A coordenadora de política públicas para as mulheres da Prefeitura de Dourados, Maria Aparecida Freitas Artuzi, mulher do prefeito Ari Artuzi e envolvida na Operação Uragano está encarcerada no Presídio Semi Aberto Feminino onde dorme num colchão colocado no chão do alojamento que abriga 21 mulheres. Assim como Maria Artuzi, também estão presas pela Operação […]

Arquivo Publicado em 02/09/2010, às 23h35

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A coordenadora de política públicas para as mulheres da Prefeitura de Dourados, Maria Aparecida Freitas Artuzi, mulher do prefeito Ari Artuzi e envolvida na Operação Uragano está encarcerada no Presídio Semi Aberto Feminino onde dorme num colchão colocado no chão do alojamento que abriga 21 mulheres.


Assim como Maria Artuzi, também estão presas pela Operação Uragano as secretárias de Finanças Ignez Maria Boschetti Medeiros, e de Administração Tatiane Moreno. Elas estão “sofrendo” com o calor por causa do ar condicionado que não está funcionando.


A diretora do Semi Aberto Feminino, Inês Assunção de Lima afirmou que a ventilação do alojamento está sendo feita por apenas quatro ventiladores. A diretora disse que por falta de camas os familiares de Maria Artuzi, Inez e Tatiane levaram colchões onde elas estão dormindo.


A diretora afirmou que o ar condicionado foi doado para o presídio por uma advogada e está no prédio desde a sua inauguração. Segundo ela, o aparelho não chega a ser um privilégio, já que o alojamento é pequeno e o calor acaba ficando insuportável.


“O Poder Judiciário tem conhecimento deste fato”, disse a diretora ao responder sobre boatos que surgiram dando conta que as três presas da Operação Uragano estavam recebendo privilégios. Inês de Lima disse que o Semi aberto está tentando conseguir um novo aparelho de ar condicionado através de doação de pessoas da comunidade.


Segundo a diretora, Maria Artuzi, Tatiane e Ignez estão trabalhando dentro do presídio na limpeza e outras vezes na cozinha.


“É uma forma de interação com as outras presas e também serve como terapia para passar o tempo”, disse ela, acrescentando que as três estão recebendo tratamento igual aos oferecidos as demais detentas.  

Jornal Midiamax