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Flanelinha é morto a tiros na área central de Cuiabá

A DHPP (Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa) de Cuiabá, a 694 quilêmetros de Campo Grande, abriu inquérito para apurar o autor dos tiros que resultaram na morte do guardador de carros Maiko Benedito Rondon de Almeida, de 21 anos.  De acordo com informações, Maiko Benedito foi assassinado com quatro tiros de revólver na […]

Arquivo Publicado em 30/01/2010, às 13h38

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A DHPP (Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa) de Cuiabá, a 694 quilêmetros de Campo Grande, abriu inquérito para apurar o autor dos tiros que resultaram na morte do guardador de carros Maiko Benedito Rondon de Almeida, de 21 anos.


 De acordo com informações, Maiko Benedito foi assassinado com quatro tiros de revólver na madrugada de ontem (29), quando se encontrava trabalhando na rua 24 de Outubro, área central da capital mato-grossense.


Testemunhas contaram a polícia que ele estava próximo de um estacionamento, momento em que apareceu um carro vermelho, tipo Pálio ou um Corsa, rebaixado, e um dos ocupantes desceu e atirou quatro vezes contra Maiko Benedito, matando-o no local.


 No crime de execução ocorrido por volta das 4 horas, para os policiais da DHPP, o rumo das investigações levam a um possível acerto de contas envolvendo drogas, uma vez que na cueca de Maiko Benedito foram encontrados um cachimbo de consumir crack e uma pedra da droga.


Os policiais também não descartam a hipótese de Maiko Benedito ser fornecedor de drogas para clientes de boates localizadas nas proximidades do local aonde foi assassinado. “Investigamos a informação de que ele fazia a função de avião, como são conhecidos os pequenos traficantes que atuam em locais de grande movimento.


O fato de ele estar com um cachimbo e uma pedra já é um indício”, explicou um policial que participa das investigações. Já o delegado Renato André Gonçalves, responsável pelas investigações, deverá chamar os familiares do guardador de carros para saber se ele estava sendo ameaçado ou envolvido com algum crime, no entanto, pelo menos até ontem à tarde, os policiais não tinham nenhuma pistas do criminoso.

Jornal Midiamax