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Ação conjunta apura venda irregular de remédios e sonegação fiscal na fronteira

Ação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal, Receita Federal, Ministério Público Estadual, por meio da 5ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e do Consumidor de Corumbá, com o apoio da Força Nacional de Segurança e da Secretaria de Estado da Fazenda, investiga um esquema de venda irregular de medicamentos e sonegação […]

Arquivo Publicado em 03/09/2010, às 15h38

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Ação conjunta da Polícia Federal, Ministério Público Federal, Receita Federal, Ministério Público Estadual, por meio da 5ª Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e do Consumidor de Corumbá, com o apoio da Força Nacional de Segurança e da Secretaria de Estado da Fazenda, investiga um esquema de venda irregular de medicamentos e sonegação fiscal na fronteira de Corumbá com a Bolívia.


Após denúncia de entrega de grandes quantidades de caixas de remédios em farmácia, no Centro de Corumbá, a operação denominada “Santo Remédio”, apurou que logo após a chegada de cargas de medicamentos à farmácia, veículos estrangeiros eram abastecidos com grande quantidade de caixas de remédios, inclusive fora do horário de expediente.


As entregas foram filmadas e fotografadas para comprovação da irregularidade e na tarde de quinta-feira, 02 de setembro, quando um dos veículos foi flagrado por agentes da Força Nacional no Posto Esdras, fronteira com a Bolívia, sem a declaração de saída das mercadorias, a equipe da operação “Santo Remédio” abordou um outro carro parado em frente à farmácia, sendo carregado de medicamentos.


Seis pessoas foram encaminhadas à Delegacia da Polícia Federal. Os dois veículos e grande quantidade de medicamentos foram apreendidos e também levados para a PF. De acordo com o Ministério Público Estadual, as investigações prosseguem em duas frentes: a primeira junto a Polícia Federal, que apura crimes de contrabando e descaminho e a segunda, na 5ª Promotoria de Justiça de Corumbá, sobre a distribuição ilegal de medicamentos, eventual sonegação fiscal e crimes contra a relação de consumo. Há informações de que o esquema, movimentava mais de R$ 30 mil por dia na retirada de mercadorias. Os nomes dos investigados e o da farmácia não foram divulgados para não atrapalhar as investigações e descoberta de outros envolvidos. Fonte: Diário Corumbaense (www.diarionline.com.br). Fonte: Diarionline / Diário Corumbaense

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