Esportes

Com currículo invejável, campo-grandense disputa sul-americano de jiu-jitsu para fechar ano em alta

Com um currículo que causa inveja em qualquer competidor, a adolescente Thaynara Victoria Soares da Silva, de 16 anos, viaja para disputar o último campeonato neste ano na categoria pena – até 52,5 kg. Pelos próximos três dias, a lutadora de jiu-jitsu estará competindo pela primeira vez na edição do Sul-Americano, que acontece em São […]

Vinícius Costa Publicado em 14/11/2019, às 14h50 - Atualizado em 15/11/2019, às 09h38

Thaynara venceu recentemente o Open de Jiu-Jitsu, em Curitiba. (Foto: Arquivo Pessoal)
Thaynara venceu recentemente o Open de Jiu-Jitsu, em Curitiba. (Foto: Arquivo Pessoal) - Thaynara venceu recentemente o Open de Jiu-Jitsu, em Curitiba. (Foto: Arquivo Pessoal)

Com um currículo que causa inveja em qualquer competidor, a adolescente Thaynara Victoria Soares da Silva, de 16 anos, viaja para disputar o último campeonato neste ano na categoria pena – até 52,5 kg. Pelos próximos três dias, a lutadora de jiu-jitsu estará competindo pela primeira vez na edição do Sul-Americano, que acontece em São Paulo.

A trajetória, apesar de curta, já conta com uma lista extensa de títulos que foram conquistados nos últimos anos. Thaynara é tricampeã brasileira, bicampeã mundial de jiu-jitsu, bicampeã do Troféu Brasil e venceu recentemente a competição da categoria absoluto disputado em Curitiba (PR). Além disso, a campo-grandense venceu outros títulos em torneios que foram disputados em Mato Grosso do Sul.

Thaynara está com a cabeça focada no Sul-Americano e sente que é a “melhor sensação do mundo” representar a cidade, entretanto, a lutadora conta ao Jornal Midiamax que traça planos para o ano que vem quando todos os campeonatos voltam a estar em evidência. Para a competição na capital paulistana, Thaynara explica que “treinou bem e está focada para fazer o seu melhor”.

“Esse [sul-americano] provavelmente é o último campeonato do ano, mas no ano que vem já começa de novo. Eu vou me preparar para o brasileiro que será em abril, depois o mundial, terá os opens, vários campeonatos a partir do ano que vem, mas dezembro agora só vou treinar bastante”, conta.

O começo no esporte começou por conta de sua mãe, que a tirou da “era tecnológica” para que ela não ficasse tão viciada – o que é bastante comum os adolescentes estarem bastante conectados nos dias atuais.

“Foi minha mãe que me colocou para me tirar da internet, da frente da televisão para mim não ficar tão viciada. Aí ela me tirou do mundo do celular para me colocar no mundo do esporte. E eu fiquei mesmo para ter coisas em comum com meu irmão. Desde que comecei eu me apaixonei pelo esporte”.

A jovem explodiu no esporte e atualmente, conta com quatro patrocinadores e entre eles estão o tio. Porém, a esportista busca mais e mais e entende que isso é uma ajuda para mostrar seu potencial. “Eu sempre estou buscando patrocínio, ajuda. Sempre é importante para alguém acreditar no meu trabalho, que acredite em mim”.

Jornal Midiamax