Esportes

Nova gestão vai tentar colocar autódromo da Capital na rota de eventos nacionais

Reforma da pista ainda não tem data 

Wendy Tonhati Publicado em 25/05/2017, às 12h48

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Reforma da pista ainda não tem data 

A Prefeitura de Campo Grande assinou nesta quinta-feira (25), a criação do Grupo Gestor do Autódromo Internacional de Campo Grande. Com isso, a expectativa é de que Capital volte a receber etapas de importantes competições nacionais de automobilismo.

De acordo com o diretor-presidente da Funesp (Fundação Municipal de Esportes), Rodrigo Barbosa Terra, até o momento, há três eventos já confirmados para este ano: 11 de junho com a recém-criada Copa Truck, 16 de julho com a Fórmula Vee e 8 de outubro com etapa do Brasileiro de Motocross.

O grupo gestor será composto de três representantes serão do poder público, dois representantes de Federações Estaduais de Automobilismo e Motociclismo, e dois membros que representam as Confederações Brasileiras de Automobilismo e Motociclismo. Os representantes vão reunir-se periodicamente para tratar de investimentos e recursos para a manutenção do autódromo. De acordo com Terra, diferente dos parques municipais, que estão “destruídos”. A pista precisa apenas de reparos, ou seja, apresentam, razoáveis condições para receber provas.

Nova gestão vai tentar colocar autódromo da Capital na rota de eventos nacionais

 “O prefeito autorizou levantamento de custo para recapeando de parte da pista. Hoje, no nosso orçamento não tem recurso para isso. Ordem é levantar custos e buscar parceiros. Nas nossas condições atuais, são possíveis pequenos ajustes”, explicou. O autódromo está com vistoria e certificados em dia e, segundo a Funesp.

O ex-piloto de Fórmula 1, Wilson Fittipaldi e coordenador da Fórmula Vee Brazil esteve na assinatura e explicou que será realizada a quarta etapa do calendário, em Campo Grande. Na categoria, intermediária entre o Kart e a Fórmula 1, os pilotos da Capital podem alugar os veículos e realizar treino e prova de classificação. A velocidade chega a 210 km/h.

Para o presidente da Confederação Brasileira de motociclismo, Firmo Henrique Alves, o grande desafio é justamente manter o autódromo sendo utilizado por eventos para que a manutenção básica seja utilizada. “Estamos pensando na gestão do autódromo para eventos esportivos e cultuais. O turismo esportivo é o segundo maior do brasil e quanto mais eventos no asfalto”. 

Jornal Midiamax