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Luxa cita ‘imprudência’ de Jonas e analisa qualidade do clássico com nível baixo

'Futebol brasileiro está pobre', disse o treinador na coletiva após o jogo

Midiamax Publicado em 13/04/2015, às 00h52

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‘Futebol brasileiro está pobre’, disse o treinador na coletiva após o jogo

Tranquilo após o empate do Flamengo com o Vasco por 0 a 0, no jogo do domingo (13), no Maracanã, o técnico Vanderlei Luxemburgo reprovou a atuação do árbitro João Batista de Arruda, mas evitou disparar críticas. O treinador rubro-negro ainda avaliou como imprudência a entrada dura de Jonas em Gilberto, admitiu que o volante poderia ter sido expulso e prometeu uma conversa com ele.

Ao ser questionado se o zagueiro vascaíno Luan merecia o cartão vermelho por ter puxado Marcelo Cirino quando o atacante partia em direção ao gol, Luxemburgo minimizou.

“O lance acho que foi aos 42, 43 ou 44 minutos, nãoo sei qual vantagem levaríamos com o jogador do Vasco expulso no fim. Se você analisar, o Jonas também pdoeria ter sido expulso pela entrada imprudente, tenho que conversar com ele. Acho que o árbitro não foi bem, como foi no outro clássico. Mas se ele entendesse que o Luan poderia ter sido expulso, o Jonas também poderia, e nós jogaríamos mais tempo com um a menos. Tirei o Jonas em seguida ao lance e botei o time para cima do adversário. Fiquei preocupado pela imprudência do Jonas. Ele não é violento, mas é imprudente. Temos que ensinar para ele. Joga muita bola, mas que tem que jogar bola. Se o árbitro tivesse mal intencionado, com alguma coisa armada, ele não o colocaria para fora? Vamos deixar essa coisa de lado e não colocar mais peso num Vasco e Flamengo. Tudo faz parte do jogo de futebol”, afirmou Luxa.

O comandante rubro-negro também respondeu perguntas sobre o baixo nível técnico do clássico. Segundo ele, a falta de qualidade é um problema do futebol dos campeonatos do país em geral: “Não foi o clássico. O futebol brasileiro está pobre, com jogos de qualidade ruim. Temos que englobar o todo. A parte técnica está ficando sem grandes situações. Até porque, não tem”.

Jornal Midiamax