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Assembleia de MS pode readmitir menos comissionados que o planejado

Casa exonerou todos com cargo em comissão

Midiamax Publicado em 05/04/2017, às 16h33

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Foto: ALMS

Casa exonerou todos com cargo em comissão

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Junior Mochi (PMDB), disse nesta manhã de quarta-feira (5), que pode ser que não sejam chamados todos 200 comissionados previsto para retornar ao trabalho, dentre o total de 254 exonerados. Cerca de 40 concursados devem ser chamados até o mês de junho. Todos comissionados foram exonerados na última sexta-feira.

Mochi explicou que para manter a casa funcionando, aproximadamente 30 pessoas estão dando continuidade ao trabalho, após serem convidados pelos diretores, mas assim que forem confirmados como renomeados, será feito retroativo a 1º de abril.

“Daqui a 20 dias no máximo, está previsto que já tenhamos condições de publicar as renomeações. Até então o esperado seria chamar 200, mas pode ser que a gente chame menos, de acordo com a necessidade. Após essa etapa, iremos chamar os concursados, pelo menos uma parte, para integrar as vagas já disponibilizadas com o levantamento”, disse Mochi.

O presidente reforçou. “Legalmente ninguém voltou, mas tem lei que dá direto de manter alguns na casa para dar continuidade ao funcionamento. Estamos conversando com diretores e secretários para definir quem de fato é imprescindível”.

O 1º secretário da Casa, parlamentar Zé Teixeira (DEM), relembrou que os próximos dias 10, 11 e 12 acontecem as entrevistas para definições das cotas e que os demais concursados que não forem chamados até junho, devem ser convocados até o fim de ano.

De acordo com ele a Assembleia tem atualmente 196 efetivos e agora devem ficar com 200 comissionados e de imediato cerca de 40 concursados, que dariam um total, aproximadamente 450 funcionários.

Ponto

O parlamentar destacou que com toda essa reorganização, ao serem oficializadas as renomeações, todos terão que bater ponto na Casa.“Formalizando quem vota todos serão obrigados a bater o ponto. É uma condição e os responsáveis irão fiscalizar e denominar os horários de casa um”.

Ao ser questionado sobre valores, Mochi disse que foram adquiridos com preços baratos. “São quatro relógios de ponto, que custaram cada um menos de R$ 8 mil”.

Salários

Ao ser questionado se houve aumento ou diminuição de salários dos funcionários, o presidente explicou que os secretários, agora chamados os diretores, receberão subsídios.

“Tínhamos 52 nomenclaturas e diminuímos para 9. A partir do salário do secretário passa a ter subsídio, assim como os secretários estaduais e municiai, sendo vinculados ao do deputado. Os outros cargos têm proporção ligada a esse início. Para tudo isso, conversamos com cada servidor, que por exemplo, tinha um cargo dentro e foi colocado em outro, de acordo com a disponibilidade, aí vai do servidor aceitar ou não”.

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