Cotidiano / Economia

Preço médio da gasolina recua dois centavos em Campo Grande, mas etanol fica mais caro

Levantamento da ANP, realizado nesta semana, encontrou postos cobrando até R$ 4,85 pelo litro da gasolina comum em Campo Grande.

Jones Mário Publicado em 16/01/2021, às 08h59

No caso do etanol, o menor preço encontrado foi de R$ 3,39 e o maior de R$ 3,67. (Foto: Leonardo de França/Arquivo Midiamax)
No caso do etanol, o menor preço encontrado foi de R$ 3,39 e o maior de R$ 3,67. (Foto: Leonardo de França/Arquivo Midiamax) - No caso do etanol, o menor preço encontrado foi de R$ 3,39 e o maior de R$ 3,67. (Foto: Leonardo de França/Arquivo Midiamax)

O preço médio da gasolina em Campo Grande recuou dois centavos, segundo levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). É apenas a segunda queda nas últimas dez semanas.

Segundo pesquisa realizada entre os dias 10 e hoje (16), o preço médio da gasolina em Campo Grande ficou em R$ 4,639. A ANP pesquisou 43 postos e encontrou variação de R$ 4,499 a R$ 4,859.

Na semana anterior, de 3 a 9 de janeiro, o preço médio do combustível bateu R$ 4,652, pico desde a segunda quinzena de novembro passado. Era possível encontrar o litro vendido a 4,959.

Enquanto isso, o preço médio do etanol subiu um centavo e chegou a R$ 3,33 nesta semana. O valor iguala o maior registrado nas últimas dez semanas, entre o fim de novembro e início de dezembro passados. Os 43 postos pesquisados praticam preços que vão de R$ 3,177 a R$ 3,546.

Por sua vez, o óleo diesel acompanhou a variação da gasolina e recuou três centavos depois de atingir o pico desde meados de novembro. O preço médio em Campo Grande foi de R$ 3,682 nesta semana, com oscilações entre R$ 3,58 e R$ 3,847.

A agência constatou também o maior preço médio do gás de cozinha em dois meses e meio. O botijão de 13 quilos ficou R$ 1,10 mais caro e bateu R$ 75,49, em que o maior preço encontrado foi R$ 88, e o menor, R$ 67.

A ANP acompanha semanalmente os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos e de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) envasados em botijões de 13 quilos. O levantamento é realizado por empresa contratada pela agência.

Jornal Midiamax