Cotidiano / Economia

Pesquisa mostra que 76,7% dos empresários do comércio querem contratar em 2021 em Campo Grande

Pesquisa divulgada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) mostra que 76,7% dos empresários do comércio têm expectativa de aumentar seu quadro de funcionários este ano em Campo Grande. Para 54% dos empresários ouvidos na pesquisa, as condições atuais da economia brasileira apresentou melhora, sendo que apenas 8,4% acreditam que melhorou […]

Gabriel Maymone Publicado em 20/01/2021, às 12h47 - Atualizado às 17h16

Comércio tem expectativa de ampliar geração de empregos este ano. (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax)
Comércio tem expectativa de ampliar geração de empregos este ano. (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax) - Comércio tem expectativa de ampliar geração de empregos este ano. (Foto: Marcos Ermínio, Midiamax)

Pesquisa divulgada pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) mostra que 76,7% dos empresários do comércio têm expectativa de aumentar seu quadro de funcionários este ano em Campo Grande.

Para 54% dos empresários ouvidos na pesquisa, as condições atuais da economia brasileira apresentou melhora, sendo que apenas 8,4% acreditam que melhorou muito. Outros 52,4% pontuaram que as condições para o comércio melhorou pouco.

Então, 86,9% dos comerciários acreditam que a economia deve melhorar neste ano, e 13,1% apenas acreditam que a situação pode piorar.

Em um ano, o índice de confiança do empresário do comércio de Campo Grande caiu 6,9%. Conforme divulgado pela CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo), o valor foi de 124,7 em janeiro, enquanto que no mesmo período do ano passado, quando registrou 133,9.

“A inflação de 2020 fechou em 4,52%, a maior desde 2016 e a depender do índice considerado, como o IGP-M, o percentual superou 20%. Além disso, nossa economia está fortemente atrelada a algumas variáveis, como as oscilações políticas e avanços ao combate da Covid-19, o que pode ajudar a justificar a confiança menor neste início de ano”, explica a economista do Instituto de Pesquisas da Fecomércio (Federação do Comércio) de MS, Daniela Dias.

Durante o início da pandemia, de maio a agosto, o índice chegou a ficar abaixo dos 100 pontos, que é considerado um limite entre otimismo e pessimismo.

Jornal Midiamax