Cotidiano / Economia

INSS: saiba o que falta para ministro autorizar antecipação do 13º de aposentados

O ministro da economia, Paulo Guedes, voltou a comentar sobre a antecipação do 13º salário a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Ele disse que  após o Congresso aprovar o Orçamento, o governo deve “disparar imediatamente” a antecipação de benefícios de aposentados e pensionistas. A antecipação faz parte de uma série […]

Gabriel Maymone Publicado em 25/03/2021, às 12h04

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O ministro da economia, Paulo Guedes, voltou a comentar sobre a antecipação do 13º salário a aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Ele disse que  após o Congresso aprovar o Orçamento, o governo deve “disparar imediatamente” a antecipação de benefícios de aposentados e pensionistas.

A antecipação faz parte de uma série de medidas para ajudar a população na pandemia e foi defendida por Guedes na comissão temporária do Senado que acompanha medidas de enfrentamento à covid no país.

“Aprovado o Orçamento, se os senhores aprovarem o Orçamento hoje [quinta-feira, 25], podemos disparar imediatamente a antecipação dos benefícios de aposentados e pensionistas. Mais R$ 50 bilhões vem de dezembro para agora. Vamos proteger os mais vulneráveis, e os idosos, nessa segunda grande guerra contra o coronavírus”, afirmou Guedes.

No ano passado, os beneficiários do INSS tiveram o décimo terceiro antecipado para abril como medida de ajuda à população mais afetada pela pandemia de covid-19.

BEM

Guedes também anunciou que pretende reeditar o programa de suspensão de contratos e de redução de jornada (com redução proporcional de salários) que vigorou no ano passado. “O BEm, que é o programa de preservação de empregos, já estão sendo disparadas as novas bases. Então, tem mais coisa vindo por aí”, acrescentou Guedes.

Chamado de Benefício Emergencial (BEm), o programa prevê que o trabalhador com contrato suspenso ou jornada reduzida receba a parcela do seguro-desemprego a que teria direito se fosse demitido em troca do corte no salário. Em troca, o empregador não pode demitir o trabalhador após o fim da ajuda pelo tempo em que o trabalhador recebeu o BEm.

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