Cotidiano / Economia

Vendas no varejo sobem 2,9% e batem recorde em outubro em MS, aponta IBGE

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que vendas no varejo tiveram alta de 2,9% em outubro em relação a setembro. A alta é mais expressiva se comparado com o mesmo período do ano passado, com variação  de 15% no volume de vendas. O crescimento atingiu patamar recorde […]

Gabriel Maymone Publicado em 10/12/2020, às 12h51 - Atualizado às 15h14

Foto: Marcos Ermínio, Jornal Midiamax)
Foto: Marcos Ermínio, Jornal Midiamax) - Foto: Marcos Ermínio, Jornal Midiamax)

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (10) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que vendas no varejo tiveram alta de 2,9% em outubro em relação a setembro. A alta é mais expressiva se comparado com o mesmo período do ano passado, com variação  de 15% no volume de vendas. O crescimento atingiu patamar recorde na série histórica, superando em 10,3% o mês de fevereiro, nível pré-pandemia.

Mato Grosso do Sul apresentou o terceiro melhor resultado entre os estados da federação, atrás apenas de Bahia (3,5%) e Piauí (3,1%). Com isso, o varejo registra uma alta de 4,0% no acumulado do ano, mostrando uma recuperação e aumento no ritmo das vendas. O acumulado nos últimos doze meses mostra aumento de 3,1%.

“Depois de quedas muito expressivas em março e abril, o varejo vinha em trajetória de crescimento, porém em ritmo de desaceleração entre maio e setembro. Esse resultado de outubro mostra um repique para cima, que precisamos ter cuidado para avaliar como uma retomada da aceleração. No mínimo, mostra um folego da economia num patamar que já estava alto”, analisa o gerente do IBGE, Cristiano Santos.

Vendas no varejo sobem 2,9% e batem recorde em outubro em MS, aponta IBGE

Entre as oito atividades pesquisadas, sete tiveram taxas positivas na comparação com setembro: Tecidos, vestuário e calçados (6,6%), Livros, jornais, revistas e papelaria (6,6%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,7%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (2,3%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,9%), Combustíveis e lubrificantes (1,1%) e Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6%). Apenas o setor de Móveis e eletrodomésticos (-1,1%) recuou.

Jornal Midiamax