Cotidiano / Economia

MS gerou 5,6 mil novos empregos em novembro em melhor mês desde início da pandemia

Mato Grosso do Sul registrou a criação de 5.602 novos empregos formais em novembro, conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta quarta-feira (23) pelo Ministério da Economia. O resultado é o melhor desde o início da pandemia, ficando atrás apenas de fevereiro, que registrou 5.915 empregos formais criados. Assim, o […]

Gabriel Maymone Publicado em 23/12/2020, às 13h01

(Foto: Leonardo de França, Midiamax)
(Foto: Leonardo de França, Midiamax) - (Foto: Leonardo de França, Midiamax)

Mato Grosso do Sul registrou a criação de 5.602 novos empregos formais em novembro, conforme dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado nesta quarta-feira (23) pelo Ministério da Economia.

O resultado é o melhor desde o início da pandemia, ficando atrás apenas de fevereiro, que registrou 5.915 empregos formais criados. Assim, o acumulado do ano está em 16.511 novas vagas. Como reflexo da pandemia do coronavírus, MS teve resultado negativo em apenas três meses, ou seja, houve mais demissões que contratações.

Em março o saldo ficou negativo em 230, em abril o número negativo chegou a 7.971 e foi para 2.722 em maio. Após esses três meses, o saldo de contratações registra uma sequência de 6 altas seguidas.

Desempenho de cada setor

O bom desempenho se deve, principalmente, às contratações do comércio, já visando as vendas de fim de ano. O setor foi responsável pela criação de 2.493 novos postos de trabalho. Os destaques são para supermercados, que fecharam novembro com balanço positivo de 404 novos empregos formais e para lojas de roupa e acessórios, que abriram 390 novos postos de trabalho.

Na sequência aparece o setor de serviços, que responde pelo maior número de trabalhadores. Foram 1.950 empregos criados no setor, com destaque para serviços administrativos e de vigilância.

A indústria continua em ritmo de crescimento e registrou a criação de 1.068 novos empregos formais. A construção aumentou o estoque de empregos apenas em 166 novas vagas e a agropecuária perdeu 75 postos de trabalho no mês.

Jornal Midiamax