Cotidiano / Economia

Avanço da pandemia faz intenção de consumo atingir pior patamar do ano em Campo Grande

O Natal é o período de maior consumo das famílias, que preparam para se reunir e presentear. Porém, o avanço da pandemia do coronavírus fez com que a intenção de compras atingisse o menor nível do ano em Campo Grande. Segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (22) pela Fecomércio (Federação do Comércio de Mato Grosso do […]

Gabriel Maymone Publicado em 22/12/2020, às 11h36 - Atualizado às 18h07

Foto: Leonardo de França | Midiamax.
Foto: Leonardo de França | Midiamax. - Foto: Leonardo de França | Midiamax.

O Natal é o período de maior consumo das famílias, que preparam para se reunir e presentear. Porém, o avanço da pandemia do coronavírus fez com que a intenção de compras atingisse o menor nível do ano em Campo Grande. Segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (22) pela Fecomércio (Federação do Comércio de Mato Grosso do Sul), o indicador chegou ao patamar de 79.

Após duas altas em agosto e setembro, o índice que mede a vontade das famílias campo-grandenses em comprar começou a cair desde outubro.

Desde abril o índice se encontra abaixo da pontuação 100, que é considerada a linha que divide o otimismo de uma situação de alerta. Assim, acima desse número é considerado que há grandes chances das pessoas comprarem mais e quanto menor for o índice, menores são as possibilidades do consumidor gastar, que reflete uma percepção da economia.

Então, dos sete indicadores apurados, quatro apresentaram índices positivos e três negativos. Entre as maiores variações estão o momento para duráveis (-2,8%), seguido pela perspectiva profissional (-2,6%) e renda atual (1,9%). A perspectiva de consumo ficou em – 1,5%.

Conforme a pesquisa, mais de 80% dos entrevistados consideram que a renda familiar está igual ou pior em relação ao ano passado. Assim, 84% afirmaram que estão comprando a mesma coisa ou até menos que em 2019. Apenas 15,7% declararam estar gastando mais.

A pesquisa foi feita nos últimos dez dias de novembro, com entrevista de pelo menos 500 famílias residentes em Campo Grande.

Jornal Midiamax