Cotidiano / Economia

Jucems registra 6640 novas empresas em 11 meses em Mato Grosso do Sul

A Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul) registrou a criação de 6640 novas empresas no Estado de janeiro a novebro de 2019. O número reflete o melhor resultado desde 2013, quando foram criadas 7190 empresas no mesmo período daquele ano. O maior número de registros ocorreu em novembro, quando 542 empresas foram criadas […]

Guilherme Cavalcante Publicado em 23/12/2019, às 07h31 - Atualizado às 09h25

(Reprodução: Portal do MS)
(Reprodução: Portal do MS) - (Reprodução: Portal do MS)

A Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul) registrou a criação de 6640 novas empresas no Estado de janeiro a novebro de 2019. O número reflete o melhor resultado desde 2013, quando foram criadas 7190 empresas no mesmo período daquele ano.

O maior número de registros ocorreu em novembro, quando 542 empresas foram criadas – melhor desempenho para o mês desde 2012. Segundo a Junta, no setor de Serviços foram abertas 337 empresas; no Comércio, mais 188 estabelecimentos e na Indústria, 17 novas constituições. As quatro cidades com o maior número de abertura de novas empresas foram: Campo Grande (217); Dourados (53); Três Lagoas (31) e Ponta Porã (28).

Das 1902 empresas abertas pela Jucems em Mato Grosso do Sul de agosto a outubro de 2019, 977 delas receberam o seu CNPJ por meio do Registro Automático, em conformidade com a Lei nº 13.874, de 20 de setembro de 2019, conhecida como Lei de Liberdade Econômica, já em vigor no país.

A partir de agora, com a nova legislação federal, 287 atividades econômicas passaram a ser classificadas como de baixo risco e não precisam mais de licenças ou qualquer tipo de autorização para serem criadas. A lei estabeleceu, ainda, o registro automático nos processos de abertura e encerramento de empresas, com a condição de utilização pelo usuário do contrato padrão disponível no sistema e sem pendências que impossibilitem a aprovação do processo.

Modernização

A Jucems iniciou o processo de digitalização dos processos em fevereiro de 2018, recebendo os processos físicos também até novembro daquele ano, quando passou a adotar os processos somente na forma digital.

“A implantação dos processos de forma 100% digital foi fundamental para que o registro automático fosse viabilizado. Por isso, nos casos de constituição, que é a abertura da empresa, o empreendedor recebe o CNPJ no ato da solicitação do registro na junta comercial”, destaca Augusto Castro, diretor-presidente da entidade.

Jornal Midiamax