Cotidiano / Economia

Chuva em áreas de lavoura de cana-de-açúcar prejudicou colheita de julho, avalia Biosul

As chuvas concentradas em áreas de lavoura de cana-de-açúcar prejudicaram a colheita da primeira quinzena de julho da Safra 2019/2020, em Mato Grosso do Sul, segundo avaliou a Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato grosso do Sul). A moagem da Safra 2019/2020 chegou a 21,4 milhões de toneladas até o dia 15 de […]

Daiany Albuquerque Publicado em 26/07/2019, às 10h03

Decreto do governo trata sobre emissão de nota fiscal em MS. (Arquivo)
Decreto do governo trata sobre emissão de nota fiscal em MS. (Arquivo) - Decreto do governo trata sobre emissão de nota fiscal em MS. (Arquivo)

As chuvas concentradas em áreas de lavoura de cana-de-açúcar prejudicaram a colheita da primeira quinzena de julho da Safra 2019/2020, em Mato Grosso do Sul, segundo avaliou a Biosul (Associação de Produtores de Bioenergia de Mato grosso do Sul).

A moagem da Safra 2019/2020 chegou a 21,4 milhões de toneladas até o dia 15 de julho no Estado. O valor é 2% maior que a quantidade processada no mesmo período da safra passada. Porém, na primeira quinzena de julho, o processamento da matéria-prima foi de 2,9 milhões de toneladas, 20% menor comparado à mesma quinzena do ciclo anterior.

“Fatores climáticos desaceleraram a colheita, sobretudo a ocorrência de chuvas nas principais áreas de lavoura foi o que influenciou no ritmo menor de moagem com 700 mil toneladas de cana processadas a menos na quinzena”, explicou o presidente da Biosul, Roberto Hollanda Filho.

Na madrugada dos dias 6 e 7 de julho foi registrado geada em Mato Grosso do Sul, e teria atingido cerca de 200 mil hectares de áreas de cana no Estado, em diferentes intensidades. A estimativa de perda pode ficar ente 1 e 2 milhões de toneladas.

A estimativa total de moagem para a Safra, que se encerra no final de março de 2020, é de 51 milhões de toneladas. (Com assessoria)

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