Cotidiano / Economia

Expansão da Cargill em Três Lagoas será concluída em novembro

Obra custará R$ 220 milhões

Midiamax Publicado em 05/08/2016, às 19h15

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Obra custará R$ 220 milhões

As obras de expansão das instalações industriais da Cargill, de Três Lagoas (a 340 quilômetros de Campo Grande) devem ser concluídas em novembro. Segundo a empresa, o empreendimento já exigiu a contratação de 600 trabalhadores temporários – em sua fase de maior demanda –  além dos 350 funcionários já existentes na indústria.

O secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico, Jaime Verruck, visitou a diretoria da empresa e as obras de ampliação da multinacional esmagadora de grãos em Três Lagoas na quinta-feira (4). “Estamos dando início a algumas visitas aos empreendimentos que foram captados pelo governo do Estado ao longo do ano passado e este ano, como esse da Cargill. A ideia é saber como está o andamento das obras, ver o grau de satisfação e gargalos”, informou. A execução da obra foi orçada em R$ 220 milhões.

A Cargill está presente, seja com sistemas de armazéns ou terminais de transbordo e escritórios, nos municípios de Caarapó, Dourados, Rio Brilhante, Maracaju, Sidrolândia, Campo Grande, São Gabriel do Oeste, Camapuã, Chapadão do Sul, Sonora, Ponta Porã, Brasilândia, Bataguassu e Bonito.

Expansão da Cargill em Três Lagoas será concluída em novembro“Para iniciar as atividades industriais da expansão, nós assumimos o compromisso de agilidade no processo de emissão da Licença de Operação no Imasul. Um empreendimento como esse é fundamental para o Estado, pois agrega valor à nossa matéria-prima. Significa processar mais soja produzida em Mato Grosso do Sul dentro do próprio Estado”, comentou o secretário.

Após a conclusão da expansão da unidade em Três Lagoas, a previsão é de que a Cargill processe pouco mais de 1 milhão de toneladas/ano de soja no Estado, produzindo óleo de soja, biodiesel e glicerina.

“Com a nova regulamentacao federal, que amplia o percentual da mistura de biodiesel no diesel, 7% para 8%, nós reforçamos que há um potencial e oportunidade em vista que muito interessa ao Estado. Também apresentamos nosso apoio à produção de glicerina, pois há de ser um atrativo para que indústrias de cosméticos se instalem na região”, finalizou Verruck.

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