Cotidiano / Consumidor

CDL repudia fiscalização do Procon que durou 6h em loja do Centro

Uma fiscalização do Procon Municipal que durou seis horas em uma loja de departamento do Centro de Campo Grande, não agradou a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) da Capital, que emitiu nota de repúdio contra o órgão. A operação teria levado cerca de 15 agentes para inspecionar a loja. A nota pública repudiando a ação […]

Mariane Chianezi Publicado em 31/10/2019, às 15h24 - Atualizado às 18h59

Foto: Divulgação/CDL
Foto: Divulgação/CDL - Foto: Divulgação/CDL

Uma fiscalização do Procon Municipal que durou seis horas em uma loja de departamento do Centro de Campo Grande, não agradou a CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) da Capital, que emitiu nota de repúdio contra o órgão. A operação teria levado cerca de 15 agentes para inspecionar a loja.

A nota pública repudiando a ação do órgão público foi divulgada nesta quinta-feira (31) e a operação de verificação do Procon-CG aconteceu nesta quarta-feira (30), durando entre às 9h e 15h.

O presidente da CDL, Adelaido Vila, explicou ao Jornal Midiamax que os funcionários e os clientes que compravam no momento da fiscalização ficaram assustados com a forma de agir dos agentes que, conforme a CDL, teriam desrespeitado os trabalhadores e posteriormente deixado a loja uma bagunça.

“Coletaram uma série de produtos, colocaram dentro dos carrinhos da loja, todos os carrinhos da loja ficaram ocupados e estacionados nos corredores. Depois eles passaram para o caixa, onde verificaram todo os preços, de tudo. Não somos contra nenhum tipo de fiscalização, até porque é uma seguridade que os consumidores têm, mas a forma com que fizeram, é totalmente desrespeitosa e infeliz”, contou Adelaido.

Ainda segundo o presidente da CDL, a gerência da loja entrou em contato com a entidade para manifestar a indignação com a fiscalização. Adelaido questionou a falta de fiscalização nas ruas que, segundo ele, se quer é alvo das autoridades públicas.

“A loja foi toda verificada. E na porta da loja que tem dezenas de camelôs vendendo coisas piratas, sem legalidade, sem nota? A prefeitura não tem a capacidade de fazer valer a lei para todos. O empreendedor não pode ser tratado como marginal do jeito que foi”, afirmou Vila.

A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do Procon-CG e aguarda posicionamento.

Jornal Midiamax