Cotidiano / Consumidor

Alta de medicamentos já deve ser repassada a consumidores

Mais de 19 mil medicamentos sofrerão alteração que deve variar de 5% a 7,7%

Thatiana Melo Publicado em 31/03/2015, às 14h42

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Mais de 19 mil medicamentos sofrerão alteração que deve variar de 5% a 7,7%

Medicamentos de várias categorias passam por aumento nesta terça-feira (31) em todo o país. Os medicamentos regulados 21,57% terão o maior reajuste, já os remédios de baixa manutenção e menor custo tecnológico, que equivale a 21,57% terão o menor reajuste para o consumidor.

O reajuste deve chegar até 7,7% de máximo e 5% de reajuste mínimo, dentre os 19 mil remédios com previsão para reajuste. No ano passado o índice ficou na casa dos 5,75% de máxima.  Já a maioria dos medicamentos, 51,73%, que possuem um maior custo, mas de baixa concorrência o índice aplicado para o reajuste é menor.

Segundo o Sinprofar/MS (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos), com os novos pedidos feitos pelas farmácias, o consumidor já vai notar diferença nos preços. “Com a vinda dos novos lotes, o consumidor já vai sentir no bolso este aumento”, fala Nelson Fraid.

“O reajuste não é linear devido à planilha apresenta das indústrias farmacológicas ao governo, e com base nesta planilha sai à autorização para o reajuste”, diz Nelson. Em todo Mato Grosso do Sul existem mil estabelecimentos farmacêuticos, e em Campo Grande 250 farmácias.

“Ainda não temos como saber quais medicamentos, e de quais categorias terão seus preços mais elevados. Estamos esperando a tabela que deve ser enviada ainda hoje as farmácias”, explica Nelson Fraid.

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