Após ter parte do sonho destruído, a empresária Ariane Amália, de 35 anos, está promovendo uma vaquinha para conseguir reconstruir o seu salão. Isso porque, na tarde do último sábado (29), uma motorista embriagada e sem CNH (Carteira Nacional de Habilitação) colidiu contra o muro do local e causou inúmeros prejuízos para a empresária.
Na data dos fatos, a motorista conduzia um Hyundai/Tucson, de cor preta, na Rua Adélia Salomão Siufi, no bairro Centro-Oeste, quando perdeu o controle da direção e colidiu contra dois muros, sendo um deles o salão de beleza de Ariane.
Agora, sem conseguir atender às suas clientes no salão, a empresária, mãe de três filhos, pede ajuda para conseguir reconstruir o local, visto que os prejuízos foram além da estrutura danificada.
“O salão é minha renda, tenho três filhos, trabalho para poder cuidar das minhas filhas e ajudar o meu esposo”, disse Ariane.
Parte dos móveis do local também foram danificados. “Tive muitos prejuízos com prateleira, painel, espelho, a maioria das minhas coisas que estavam na prateleira caiu no chão”, contou.
Ariane realizava atendimentos de tranças, design de sobrancelhas e manicure no local, mas precisou interromper devido à estrutura estar toda comprometida. “Trancista, sobrancelha e manicure. Atendo todos os dias com horário marcado. Tive que tirar o meu salão, porque está correndo risco de cair o telhado”, relatou.
A vaquinha criada pela empresária é online no site Vakinha – “Reconstruir o meu sustento” de ID: 5421622.
Colisão
Quando uma equipe da PM (Polícia Militar) chegou ao local constatou que a condutora, além de não ter a Carteira Nacional de Habilitação, apresentava sinais claros de embriaguez, entre eles, fala alterada e olhos avermelhados. No entanto, a mulher se recusou a fazer o teste do etilômetro, o popular bafômetro.
Já dentro do veículo, os policiais encontraram latas de cerveja vazias. Apesar dos estragos no Hyndai/Tucson e nos muros das duas residências, ninguém ficou ferido.
O veículo foi removido ao pátio do Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e a condutora encaminhada à Depac/Cepol. O caso foi registrado como: ‘dirigir veículo automotor, em via pública, sem a devida permissão’, ou seja, sem a CNH. E a outra infração foi ‘conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência’.

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