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Cotidiano

Hidratação: Frutas se tornam aliadas das crianças no calorão de Campo Grande

Com as ondas de calor, o consumo de frutas tem sido um aliado à nutrição e hidratação das crianças que estudam em escolas da capital
Valesca Consolaro -
Consumo de frutas em Campo Grande. Foto: Henrique Arakaki

Em meio ao calorão de Grande, com ondas de calor que ocorrem umas atrás das outras, o consumo de frutas tem sido um aliado à e hidratação das crianças que estudam em EMEIs (Escolas Municipais de Educação Infantil). Mesmo com a chuva dando as caras nesta semana, as escolas se preparam cada vez mais para se adequar aos dias predominantemente quentes e secos, que têm sido tão frequentes.

Conforme explicado pela responsável técnica de nutrição das EMEIs de , Nayara de Oliveira, nesta época do ano, a alimentação é adaptada ao calor e ao tempo seco. Na última semana, cidades de bateram recorde de baixa umidade do ar. Na capital, houve mínima de 8%, enquanto no interior do estado houve recorde de calor, com termômetros batendo os 43ºC.

“O FNDE [Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação] aumentou, na última resolução que saiu, o número de frutas que devem ser enviadas para as escolas semanalmente. Então, a gente já teve um aumento da quantidade ofertada. De um tempo para cá, com esse excesso de calor, a gente também vem aumentando a quantidade per capita de distribuição desses alimentos”, explicou a nutricionista.

Foto: Henrique Arakaki

Ela explica que, em função do calor e tempo seco, espontaneamente as crianças passaram a consumir mais frutas, principalmente. “A gente oferece uma quantidade de hidratação maior também para as crianças, de líquido que vem por meio desses hortifrútis”, pontuou.

Segundo a especialista, as frutas têm uma aceitabilidade maior. “A gente faz um trabalho constante de introdução desses gêneros na alimentação, principalmente das crianças menores, que estão fazendo a introdução alimentar”, lembrou.

Redução do açucar e alergênicos

Vale destacar que o incentivo ao consumo de frutas vai além de um único objetivo como a hidratação. A diretora da Emei Elenir Zanqueta, Juliana Ferreira de Souza, explicou a Sociedade de Pediatria e o Ministério da Saúde orientam que as crianças até os dois anos não consumam açúcar.

Com isso, o Programa Nacional de Alimentação Escolar, responsável por guiar as leis elaboradas, classificou as crianças de um a três anos não consumam açúcar.

“Com essa questão dessa legislação, a gente teve que modificar o nosso cardápio, as nossas preparações, então a gente preconiza a utilização de produtos preparados nas escolas. Então, vão ser feitos no cardápio de biscoitos a pães e bolos preparados na própria escola”, explicou Juliana.

A nutricionista Nayara responsável pela distribuição reforça, ainda, a atenção dada para atender adequadamente as crianças que possuem intolerância ou alergia a substâncias como proteína do leite, lactose, glúten, entre outros.

Foto: Henrique Arakaki

Alimento oriundos da agricultura familiar

Quando se tratar dos alimentos ‘in natura’ o diálogo com os fornecedores acontece semanalmente. Inclusive, são atualmente priorizados os alimentos cultivados pela agricultura familiar.

“A compra é feita da agricultura familiar e também por meio de pregão eletrônico, no momento a gente está utilizando a agricultura familiar, então a colheita é feita lá na chácara do produtor mesmo, o alimento vem diretamente da terra e a gente sempre pede para eles estarem atento, pois é importante esses alimentos serem frescos, estarem no ponto de maturação ideal”, explicou a nutricionista.

Em sequência, os alimentos passam pela Suale (Superintendência de Alimentação Escolar), que fica responsável pelos alimentos em geral que serão distribuídos para as escolas, EMEIs e entidades atendidas.

Segundo o superintende da Suale, Luiz Henrique Raghiant, é realizada a distribuição de alimentos em 240 unidades de ensino e entidades de Campo Grande. Entre os alimentos, incluem-se proteínas de origem animal e vegetal, grãos em geral e hortifrúti.

Foto: Henrique Arakaki

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