O despejo irregular de lixo nas proximidades da Avenida Ernesto Geisel, estendendo-se até o prolongamento da Rua Thyrson de Almeida, é reconhecido como um problema crônico em Campo Grande. Apesar dos mutirões de limpeza realizados, de acordo com a prefeitura, infratores persistem em transformar o córrego Anhanduí em uma “lixeira”.

O morador Wilson Galeano denunciou o corte do matagal entre o asfalto e parte das margens do córrego, afirmando que a limpeza é superficial, já que é possível avistar até sofás dentro da estrutura fluvial.

“Estamos à mercê do mosquito da dengue e da leishmaniose, além da falta de segurança em nossa região”, disse ele.

A Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), em nota, informou que um mutirão de limpeza abrangente, incluindo roçagem, foi realizado em novembro do ano passado. Além disso, foram realizadas podas de árvores e remoção de lixo e entulho acumulados em mais de 10 km, desde a região do Shopping Norte Sul até o bairro Aero Rancho.

“A Sisep realiza limpezas frequentes, removendo lixo e entulho. No entanto, infelizmente, após um período, observamos novamente o descarte irregular de lixo nas margens do córrego Anhanduí, uma situação recorrente na região. Por isso, a administração municipal solicita à população que denuncie à Patrulha Ambiental da GCM (Guarda Civil Metropolitana) pelo telefone 153 sempre que flagrar pessoas despejando lixo nas margens do córrego”.

Lembramos que o descarte irregular de resíduos é crime e os infratores podem ser autuados administrativamente, sujeitos a multas que variam de R$ 2.944,50 a R$ 11.778,00.

Confira o vídeo:

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