Com quatro pacientes atendidos na (Unidade de Pronto Atendimento) e mais três no , Dourados teve que usar logística prevista no plano municipal de catástrofe. Eles foram vítimas do incêndio seguido de explosão na Coamo, em Ponta Porã, na fronteira com Pedro Juan Caballero.

Dos sete trabalhadores feridos, um foi atendido e liberado em seguida, três levados para uma UPA de Dourados e outros três para o Hospital da Vida, também em Dourados. Cinco deles estão em estado grave.

A reportagem do Midiamax apurou que dos quatro trabalhadores atendidos na UPA, três foram transferidos ainda nesta segunda-feira (13), enquanto um, com ferimentos leves, já recebeu alta.

Já entre os três que deram entrada no Hospital da Vida, um foi liberado logo em seguida, enquanto os outros dois, que são trabalhadores indígenas, também estão em estado grave e aguardam vaga zero para serem transferidos para .

Os trabalhadores apresentam queimaduras nos membros superiores, principalmente no rosto, pescoço e abdômen. Alguns deles estão com lesões nos braços e também nas pernas, em praticamente 90% dos corpos, conforme apurou a reportagem do Midiamax.

Situação de impacto

“Catástrofe é um evento natural ou provocado pelo homem que envolve um grande número de vítimas e sempre gera uma situação delicada para o serviço de saúde porque interrompe a rotina de atendimento”, explica a médica do Hospital da Vida, Marília Bastos Pulcherio.

Segundo ela, esse tipo de situação causa impacto porque habitualmente excede os recursos disponíveis. “Neste caso de hoje, acionamos um plano de atendimento onde as vítimas foram divididas entre o Hospital da Vida e a UPA”.

Ainda segundo a médica, na UPA foi montada uma sala de estabilização com o apoio dos do Samu. “Os pacientes foram estabilizados na UPA. O atendimento de hoje é considerado de nível 2 porque tivemos vítimas graves e o município conseguiu realizar o atendimento de todos e manter o fluxo”, afirma a Dra. Marília.

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