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Cotidiano

Afastamento de diretora de Emei após investigação policial faz pais protestarem em Campo Grande

Afastamento, porém, foi a pedido dela mesma por motivos de saúde
Lucas Mamédio, Thalya Godoy -
Mulheres que protestaram em frente è Emei (Foto: Henrique Arakaki/Midiamax)

Alguns pais de alunos da Emei Fátima de Jesus Diniz, na Vila Nasser, fizeram uma manifestação na manhã desta sexta-feira (29) em frente à unidade pedindo a volta da antiga diretora, Zanderli Paiva, que teria sido afastada neste mês de julho após a investigação de um caso de abuso sexual dentro da escola, que não tem ligação direta com ela.

A confirma o afastamento de Zanderli, mas alega que foi a pedido dela mesma, por motivos médicos. A informação é confirmada pela publicação do dia 7 de julho no que dá como motivo da substituição dos diretores da Emei o pedido de licença médica da antiga diretora.

“A Secretaria Municipal de Educação (Semed), assim que teve conhecimento dos fatos, já tomou as medidas administrativas cabíveis ao caso, inclusive com o afastamento da funcionária (outra funcionária). A diretora da referida unidade (Zanderli) – na Vila Nasser – solicitou afastamento posteriormente, porém por motivos não relacionados ao caso”, disse a Semed em nota

Zanderli disse ao Midiamax que recebeu atestado de 60 dias. Antes disso, porém, a antiga diretora defendida por alguns pais nesta sexta, disse que estava sendo pressionada, pois a Semed fez uma comissão com dois advogados mais 10 pessoas para constrangê-la após matérias jornalísticas sobre a investigação policial.

“Por enquanto estou tomando remédios para depressão  pois foram 22 anos dedicados  a educação  infantil  na mesma unidade  e não está sendo fácil, pois  a secretaria  de educação  disse que não tenho perfil pra trabalhar na educação  infantil  Então, depois  de 22 anos na educação  infantil  eu tenho  perfil pra que?”, disse Zanderli.

A Semed ainda complementa a nota informando que irá aguardar os desdobramentos formais e administrativos das investigações na esfera policial e também internamente da pasta para avaliar a situação. “A Secretaria prioriza a garantia integral e proteção da criança e repudia qualquer tipo de violência”.

Suspeita de abuso

 A polícia foi acionada no dia 1º de junho. Segundo informações passadas para o Jornal Midiamax, o abuso teria ocorrido na segunda-feira (30), quando a funcionária teria dado um tapa nas partes íntimas da criança. Na terça, a menina foi normalmente para a creche e, nesta quarta, a acionou a polícia para fazer a denúncia. 

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